10 recursos que o Android roubou do iOS

Bons artistas copiam, grandes artistas roubam. PICASSO, Pablo.

Por | @Evilmaax Smartphones

Desde que derrubaram o Muro de Berlim, em 1989, o mundo buscava uma nova disputa pela qual brigar e desfazer amizades sem pensar 2 vezes. Por anos ficamos carentes e sem saber no que tretar. Tudo mudou quando o smartphone surgiu, e com ele, a disputa entre quem é melhor: Apple ou Google? iOS ou Android?

Se falarmos em números de cópias distribuídas o Android ganha disparado, já que por ser liberado para qualquer empresa utilizar, da Samsung àquela empresa chinesa de fundo de quintal que faz smartphones de 10 dólares.

Já a Apple não. Você irá usar um iOS somente se pagar (e muito) por um produto da marca. Por este motivo o iOS é considerado como o melhor para o usuário, sendo o mais seguro, mais estável, etc.

O fim dessa discussão está longe e, na verdade, acho que nunca terá um fim. Enquanto isso podemos colocar mais lenha na fogueira =)

Portanto, se você está atrás de argumentos para comprovar que o iOS é melhor do que o Android, este é o seu post. Confira a partir de agora, 10 recursos lançados no sistema da Apple que o Android “roubou” na cara dura.

P.S. Você é do time contrário e quer saber coisas roubadas pela Apple? Então clique aqui.

Touch ID

E por falar em impressão digital, o primeiro smartphone a utilizá-la para desbloqueio e algumas outras funções foi a Apple, com o iOS 7, em 2013. Na verdade verdadeira, a Apple não foi a responsável por introduzir a tecnologia, mas sim o Toshiba G500 em 2007, conhece? Pois é, ninguém conhece. Então os créditos da impressão digital vão para a companhia de Steve Jobs, mesmo.

No Android o recurso chegaria somente com a versão 6.0, Marshmallow, em 2015. E mais: apenas em alguns aparelhos escolhidos a dedo, já que os produtos que rodam Android são muito mais diversificados do que os smartphones Apple.

10 recursos que o Android roubou do iOS

Android Pay

Não é só o nome que remete ao serviço similar da Apple, as coincidências vão muito além. No serviço do Google você pode fazer upload de seus dados de cartão de crédito e depois utilizar o NFC para realizar transações com a maquininha de pagamentos. Para autenticar o seu pagamento nada mais seguro do que sua impressão digital.

Tudo igualzinho ao Apple Pay, lançado 1 ano antes.

Permissões

Até o Android Lollipop, quando você instalava um app tinha que, no momento da instalação, conceder (ou negar) todas as permissões que o aplicativo precisa. Tudo de uma só vez, e antes de usar o app.

Foi somente com o Marshmallow que o Android, assim como o iOS, modernizou-se. Agora as notificações são mais dinâmicas e vão sendo pedidas ao longo do uso, quando se fazem necessárias.

O app vai usar a câmera? Ele pedirá que você conceda acesso a esta parte do hardware. Vai salvar as imagens na pasta de foto do aparelho? Ele irá pedir essa permissão na hora do salvamento. E caso você negue uma – ou várias – delas, ainda poderá continuar usando o restante do aplicativo (algo que não ocorria antes).

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Desativar apps no background

Se você já leu o post daquilo que o iOS copiou do Android, viu que o sistema do Google foi o pioneiro em um sistema de economia de energia, certo? Porém, a Apple inventou alguns recursos novos para ajudar nesta missão e que não deu outra: O Android foi lá e “importou” para seu sistema.

É o caso da possibilidade de desabilitar algumas ações de apps no background, ou seja, impedir que algum aplicativo fique rodando e consumindo bateria até mesmo quando estiver minimizado ou fechado. Imagine o WhatsApp, por exemplo. Mesmo que ele esteja fechado, ele está sendo executado em segundo plano para lhe informar a cada nova mensagem.

E se você não gosta disse pode desligá-los =) Desde 2013 no iOS e desde 2015 no Android.

Modo noturno

Você conhece o Night Mode do Android? Provavelmente ainda não, pois ele é uma das novidades do Android Nougat, a última versão do sistema e que, segundo o Google, está presente em apenas 0,4% dos aparelhos.

O Night Mode é a versão do Android para o Night Shift, que está no iOS 9 desde 2015. O recurso alterna as cores da tela para cores mais “quentes”, pois, segundo estudos, a cor azul interfere no sono das pessoas quando visualizada nos smartphones momentos antes de dormirmos.

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Flash dual-tone

Introduzido pelo iPhone 5S, o flash dual tone – que é uma “mistura” de 2 tipos diferentes de leds – é capaz de produzir a quantidade exata de calor e frio nas cores de uma fotografia para gerar o balanço perfeito.

Hoje o flash já se popularizou e pode ser visto em qualquer aparelho mid-high para cima.

Co-sensor de movimento

Quando a Apple lançou o iPhone 5S ela deu uma grande ajuda para você que, hoje, não vive mais sem sua pulseira fit para controlar batimentos, passos, calorias queimadas e tudo mais.

Claro que nem tudo isso foi inventado pela Apple e colocado no iPhone 5S, mas uma coisa fundamental para que todos esses sensores trabalhem em tempo real, monitorando bússola, giroscópio, acelerômetro, entre outros e, principalmente, sem consumir uma bateria monstra, foi: o co-sensor de movimento M7.

Logo depois Nexus e LG fizeram sua própria versão para colocar no smartphone que sairia como resultado daquela parceria, o Nexus 5.

E aqui vai uma previsão para o futuro: em breve o 3D Touch chega aos aparelhos com Android. Anotem e me cobrem.

Resposta rápida

Pouca gente sabe, mas nos EUA WhatsApp é um aplicativo pouco usado e o grande campeão de lá é o próprio iMessage, já que a Apple domina o mercado dos mobiles no país.

Por conta disso a Apple é uma grande inovadora no ramo dos mensageiros e funções que envolvam os mesmos. Para confirmar isso veja nosso post sobre as novidades do iOS 10 e atente à grande quantidade de recursos para a troca de mensagens.

E um destes recursos mais bacanas, que logo após ser introduzido no iOS, foi logo migrado para o Android foi a “resposta rápida”. Assim, sempre que você recebe uma mensagem, seja sms, Messenger, WhatsApp ou qualquer outro, poderá responder pela janelinha da notificação. Quebra um baita galho e eleva o nível do multitasking a novos patamares.

Design

Uma das características mais marcantes dos aparelhos top de linha rodando Android hoje é o seu corpo em vidro ou em metal (ou ambos). Alguns deles: linha Galaxy Note, Galaxy Edge possuem o vidro atrás além de detalhes em metal, Galaxy S da Samsung e linha Xperia da Sony é em metal; Zenfone 3 adotou o vidro traseiro; linhas intermediárias da Samsung são em metal e ou em vidro; etc. A lista vai longe.

Mas você lembra como eram os smartphones dessas marcas algum tempo atrás? Todos eles eram com a traseira em plástico ou algum outro material estranho.

Foi somente depois do iPhone 4, o primeiro smartphone a ter frente e verso envelopado em vidro, que o material se popularizou. Da mesma forma, o primeiro aparelho a possuir a traseira em metal foi qual? O iPhone 5. E então começou um novo padrão entre os topos de linha. Isso sem falar nos cantos arredondados e metal escovado, como o iPhone 6.

Para fechar este item, a famigerada falta de entrada para fone de ouvidos – tão criticada no início – parece que vai começar a ser implantada na concorrência, conforme sinalizou a Samsung. É, quando se fala em design temos que concordar que temos uma empresa que lidera a corrida.

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Busca de voz com a tela bloqueada

Embora o Google Now tenha sido o precursor em muitos aspectos bacanas, a Siri também ensinou algumas coisas bem úteis ao concorrente, e uma delas é a possibilidade de fazer buscas quando a tela estiver desbloqueada.

Sim, pois se a cada vez que você quiser fazer a busca ter que colocar sua digital para desbloquear o aparelho, ou pior, ter de digitar a sua senha perderá a dinamicidade de uma busca por comando de voz.

E os “roubos” não são somente estes. Faltou algum na lista que você considera mais importante? Conte pra gente nos comentários.

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