Review Samsung A9 PRO

Testamos o belo e potente A9 PRO da Samsung. Tela de 6 polegadas e hardware de peso, confira!

Por | @Evilmaax Smartphones

O teste dessa vez é sobre o novíssimo Galaxy A9 PRO, um potente aparelho da Samsung que veio para brigar de frente com os mid-high da concorrência. Confira como ele se saiu nos nossos testes a partir de agora.

Lançado em agosto de 2016, o aparelho é a versão aprimorada do A9 comum (lançado em janeiro do mesmo ano, mas que não chegou a ser vendido no Brasil), e possui atributos bastante chamativos: Display de qualidade excelente, novas funções “recentes” como o Samsung Pay, um belo design e uma excelente bateria. Esses são apenas alguns dos motivos que colocam o A9 como uma ótima pedida para quem quer um telefone potente, mas não está pronto para investir em um top de linha.

O Galaxy A9 PRO é o topo da linha A dos Galaxy (que ainda conta com o A3, A5, A7 e A9 regular) e está logo atrás da família S, Note e Edge entre os mais potentes da marca. Através da parceria da Cissa Magazine tivermos a oportunidade de testar este aparelho que pretende entregar uma experiência digna de um top de linha por preço de intermediário.

E, após nossos testes, podemos dizer que as impressões são bem positivas. Confira:

Diferentemente da caixinha morta e sem graça que contém o aparelho, o smartphone é muito lindo e chama a atenção logo no primeiro olhar. Seguindo o padrão dos poderosos Note 6, S7 e S7 Edge, a carcaça é de metal e a traseira é de vidro e bastante minimalista. No topo apenas a câmera de 16 MP e o flash/sensor, logo abaixo o Logo da Samsung e bem embaixo as especificações legais, quase imperceptíveis. Até mesmo o alto-falante, geralmente na traseira nos modelos mid, foi removido para deixar o aspecto mais clean.

Review Samsung A9 PRO

A sensação de pegar um aparelho todo em vidro é gostosa para quem está acostumado aos habituais plástico ou emborrachado. O que muitos irão reclamar da pegada do aparelho é devido ao seu tamanho: São 6 polegadas. O que o torna, realmente, um aparelho enorme.

Se você tem a mão pequena terá dificuldades para mexer nele com apenas uma mão. Outro problema recorrente é, por exemplo, guardar ele no bolso e não ficar uma parte para fora. Como eu gosto de aparelhos de display grande julguei este como um ponto positivo, porém, sei que sou exceção e você deve levar isto em conta caso esteja pensando em comprar o A9.

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O único ponto negativo da traseira lisinha do A9 é que alinhada ao seu peso (digno de um smartphone de 6 polegadas - 210 gramas) e à gravidade, caso você o coloque em uma superfície levemente inclinada é bem provável que em instantes o seu telefone irá despencar em um voo sem volta ao chão do ambiente. Há perigo até mesmo em deixá-lo numa superfície reta, já que o vibracall é forte o suficiente para fazê-lo “andar” pela mesa.

Digo isso com convicção, pois descobri da pior maneira possível. Contudo, em minha experiência de queda não tive maiores problemas, sequer um arranhão, já que tanto o display como a traseira possuem a proteção Gorila Glass 4.

Na frente do aparelho 75.9% do espaço é ocupado pelo display. Acima os tradicionais se, sores, saída de som, câmera frontal e nome da marca. Abaixo do display o botão home ao centro que também é onde está o leitor de digitais e à sua esquerda o botão de gerenciamento de aplicativos abertos e à direita o botão “voltar”. Estes 2 últimos botões são capacitivos, ou seja, não são físicos; você não os “aperta”; eles não existem. Tais botões capacitivos são muito lindos, pois não aparecem quando inativos, diferente da maioria dos demais smartphones, onde há a marcação dos mesmos. Prefiro assim como está no A9.

Nas laterais do aparelho nada de muito diferente. Na direita os tradicionais botões de volume e na esquerda o botão power e a entrada para os 2 nano-SIM. As laterais possuem um detalhe chanfrado que deu um aspecto bem legal e mais firmeza no grip.

Review Samsung A9 PRO

Na parte superior a abertura superior do microfone e a entrada para o cartão microSD de até 256 GB. Na parte inferior a entrada para fone de ouvidos (toma essa Apple), a entrada micro USB para o carregador, a saída de áudio e o microfone inferior. Tanto a parte superior, como a inferior possuem linhas em detalhe. Ahh, e os cantos são arredondados. Por ser de vidro, a traseira não é removível, ponto negativo para muitos usuários, já que assim a troca de uma bateria desgastada não será tão simples.

E por falar em áudio, o fone que é entregue junto com o A9 PRO surpreendeu: Cabo com bom comprimento, bons graves e fidelidade de som (para um fone incluso, é claro) e fone no modo plug – aqueles que são umas borrachinhas e vão dentro do seu ouvido, encaixando direitinho – que são os meus preferidos depois dos fones wireless.

Antes que eu me esqueça, dentro daquela caixinha horrorosa havia o carregador/cabo MicroUsb, fone de ouvido, a chave para abrir os compartimentos do sim e cartão de memória, e os tradicionais manuais. Se você está animado para comprar um Galaxy A9 Pro, poderá encontrá-lo nas cores black ou gold (a cor do aparelho deste review).

Review Samsung A9 PRO

O smartphone mede 161.7 milímetros de altura por 80.9 de largura por 7.9 de espessura. Seu peso são incríveis 210 gramas – para comparação, o Zenfone 6 (também de 6 polegadas) possui 196 gramas. O motivo de tamanho peso no A9 não se justifica somente por conta do tamanho do aparelho ou da traseira totalmente em vidro, já que o S7, por exemplo, tem a mesma traseira com Gorila Glass 4 e pesa 157 gramas. É uma diferença de 25% no peso que não se justifica em seus 8% a menos em tamanho de tela.

Falando em geral o sobre o seu hardware, podemos concluir que é potente e realizou as tarefas sem maiores problemas, com exceção de 1 ou 2 bugs, afinal, se vocês encontrarem um smartphone que nunca dê nenhum errinho que seja, me avisem que eu quero. O que importa é que no uso do A9 não houve sinais recorrentes de lentidão na execução de jogos, reprodução de vídeos, abertura rápida da câmera, alternância de aplicativos e funções, uso por horas seguidas, etc. Nenhum momento de engasgo ou lentidão.

Falando de item por item, especificadamente, comecemos pela excelente e grandiosa – literalmente – tela de 6 polegadas, ideal para quem costuma assistir, por exemplo, a Netflix no smartphone.

Com touch capacitivo para até 10 toques simultâneos e capacidade para 16 milhões de cores, o display super AMOLED tem resolução Full HD de 1920 – 1080p. A resolução alcançada chega a 367 PPI, segundo a fabricante, ou a 420 PPi, segundo o aplicativo de banchmark, Antutu. A resolução, brilho, definição de cores e contrastes é uma das melhores – senão a melhor – entre os aparelhos que já testei aqui no Oficina.

O único ponto negativo – mas que com o tempo você se acostuma e passa a não sofrer mais – é que por ser a lateral da tela muito perto da lateral do próprio aparelho – juntamente com bordas curvaturas – muitas vezes você vai estar segurando o A9 e, sem querer, algum pedaço da sua mão vai estar tocando na parte sensível ao toque. Nada grave mas vai ocorrer diversas aberturas indesejadas de aplicativos, erros ao digitar mensagens ou até mesmo dificuldade de alterar entre uma imagem e outra. Mas com o tempo você pega o jeito.

E para finalizar a análise da tela, como dito anteriormente, o tamanho “exagerado” do display é um ponto positivo para mim, que gosto de telefones de 6 polegadas e não me importo com os inconvenientes de um aparelho volumoso. Porém, se você nunca lidou com um celular tão grande, seria interessante pesar os prós e contras antes de comprar seu A9 e ter de – literalmente – carregar o fardo por um bom tempo.

Cumpre reiterar que – assim como a traseira – esta tela está protegida com Gorilla Glass 4, uma das melhores proteções da atualidade. Em 1 mês de uso, com direito a 1 ou 2 tombos, não “consegui” dar nem mesmo 1 arranhãozinho sequer nos vidros.

Review Samsung A9 PRO

O Android do Galaxy A9 é a versão 6.0.1 e sem previsão de recebermos a versão 7.0 Lollipop, que por enquanto só está disponível para os top de linha de algumas marcas. O processador da máquina é um Qualcomm MSM8976 Snapdragon 652 octacore (sendo 4 deles de potência total 1.8GHZ e os outros 4 de 1.4GHz). Para renderizar a tela Full HD que vimos há pouco e gerar os excelentes gráficos, o smartphone conta com uma GPU Adreno 510.

Para fechar, temos 3.5 GB de ram, segundo o AnTuTU (embora o anunciado seja 4GB), e 32 GB de espaço para armazenamento (pouco mais de 24 GB utilizáveis se descontarmos aqueles quase 8GB utilizados pelo Android). A Samsung optou por não inserir diferentes opções no quesito armazenamento interno e você não terá outra opção que não 32GB. Porém, lembro que o aparelho aceita cartões SD de até 256GB. Problema resolvido.

Como você já deve ter imaginado, não sofri para rodar jogos pesados nem para alterná-los durante a execução com o aplicativo do Facebook, por exemplo, porém, quando o hardware do telefone é levado ao extremo, o aquecimento intenso é inevitável. A qualidade gráfica dos games você confere nos prints abaixo.

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Quantos aos sensores o A9 deixou a desejar. São vários deles: de luz, acelerômetro, contador de passos, orientação, bússola, proximidade, etc. porém faltou um sensor primordial: Giroscópio. O sensor “meio que está presente”, já que consta um “Giroscópio descalibrado”, que é uma variação do giroscópio convencional. Se você pensava em comprar o aparelho para poder usar com os óculos de realidade virtual da Samsung ou até mesmo com os cardboards de papelão do Google, esse aparelho não irá lhe satisfazer as necessidades, ou vai! Explico: Se você tentar instalar o app do Google para realidade virtual, ele nem sequer mostrará o botão de iniciar download, pois uma mensagem de aparelho incompatível irá surgir, porém, se você instalar um jogo diretamente da loja, alguns irão funcionar, outros não.

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De qualquer forma uma grande mancada da Samsung em não incluir um giroscópio padrão em um aparelho de mais de 2 mil reais, já que o mesmo componente pode ser encontrado em aparelhos de entrada.

Um outro sensor muito importante nos dias de hoje e que é fundamental para que o Samsung Pay funcione adequadamente é o leitor de impressões digitais. Localizado no botão home, assim como na maioria dos aparelhos com esse recurso, o leitor do A9 peca às vezes. Mesmo que ele tenha como ponto positivo a capacidade de ler a sua digital mesmo com o dedo de lado, de “cabeça para baixo” ou torto, essa leitura nem sempre funcionará. Há que se dizer que, quando funciona, a leitura e desbloqueio é incrivelmente rápida, porém, fique ciente de que acontecerá, vez ou outra, do aparelho ser bloqueado por 30 segundos devido às seguidas tentativas que deram errado.

Em comparação com o leitor de digitais da Apple, que uso com frequência, pode-se dizer, para efeitos de comparação, que o dos iPhones é mais demorado no desbloqueio, porém dificilmente irá falhar, já o do A9 é o contrário: rápido, mas com muitas chances de erro. Outro ponto negativo do leitor do Galaxy é que ele só aceita o cadastro de 3 digitais diferentes, enquanto que no iPhone podemos cadastrar até 10 dedos diferentes.

Quanto às câmeras, temos um bom conjunto também. São 16 MP, resolução de 4608x3456, na câmera traseira e 8 MP, 3264x2448 na frontal. Como é de costume, a Samsung é mais econômica do que as concorrentes nos modos e opções para fotografia. O modo manual, por exemplo, somente ajuste de ISO, controle de exposição e White balance. Os vídeos também não têm nada de diferenciado, pois podem ser feitos em até Full HD, claro, porém nada de 60 FPS por aqui (mais um recurso disponível em outros aparelhos da marca que foi dispensado nesta versão PRO).

O mais legal da câmera fica por conta de alguns “métodos” (havia 4 quando eu escrevia esse texto) que são algo como um complemento que irão dar novos recursos para sua câmera. Nada de bombástico entre eles, pois todos costumam ser embarcados como padrão em outras marcas (como no Zenfone 2 que tem mais de 20 filtros) e até mesmo nos demais aparelhos da Samsung. Os 4 recursos “extras” eram:

  • Esportes e melhores fotos em movimento;
  • Beauty cam e a possibilidade de embelezamento das fotos;
  • Criação de GIFs;
  • Identificdador de sorrisos para disparo automático da câmera traseira.

Não custa sonhar que a Samsung disponibilize mais alguns, né?

Review Samsung A9 PRO

Como não sou apreciador de fotografias e costumo não explorar as composições de um modo manual bem elaboradas, o modo automático com HDR é minha escolha para fotos. E não posso reclamar da qualidade das capturas das câmeras. Resultados surpreendentes, tanto pela câmera, quanto pela exibição no display super AMOLED.

Confira algumas delas:

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Câmera frontal

No som a resposta é agradável, temos um alto-falante que mesmo ficando “escondido” através de uma pequena abertura para saída do áudio consegue entregar uma boa qualidade e um excelente volume. O único problema é a localização no aparelho. Por estar na parte inferior, ao lado da entrada do carregador, você irá bloqueá-lo constantemente com os dedos enquanto for jogar no smartphone.

Como conectividade temos Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, função hotspot, wi-fi Direct, bluetooth 4.2, NFC, GPS com A-GPS, GLONASS/BDS e 4G, entre outras, além da conexão MicroUsb 2.0. Sentimos falta da conexão DLNA.

A bateria é mais um ponto interessante do aparelho. São nada mais, nada menos do que 5000 mAh de capacidade. Com uma carga completa e uso moderado consegui cerca de 3 dias sem precisar carregá-lo em meu melhor resultado. Lembrando que na ocasião estive 100% do tempo com wi-fi e NFC ligados, brilho automático e modo de economia de energia e modo de ultraeconomia de energia desligados. Caso maximizasse o uso desligando o NFC permanentemente, wi-fi ligado somente quando estivesse conectado e com modo de economia de energia ativo desde o início, com certeza bateria nos 4 dias sem precisar carregar e, quem sabe, até mesmo 5 dias. Além disso a Samsung implentou um sistema de Otimização de bateria, que após 3 dias de inatividade de um determinado app, ele é "desligado" e não mais usa dados em segundo plano, envia notificações, monitora atividades, etc.

Review Samsung A9 PRO

Porém, como nem tudo são flores, é claro que há o contraponto: smartphone mairo, consumo energético maior e, portanto, uma maior bateria aqui acaba ficando no 0 a 0 na comparação com um smart de tela menor e bateria de 2500 mAh, por exemplo. Outra coisa importante de se notar é que em um período de uso intenso para a produção deste review (benchmarks, downloads, games, tela ligada por horas, câmera e wi-fi bombando) a bateria se esvaiu rapidamente, assim como nos demais aparelhos.

Por isso que a regra que mede a eficiência da bateria é sempre a mesma: depende do usuário e nada mais. Mas segundo a Samsung, em seus testes padrão, uma carga completa de 5000 mAh são suficientes para mais de 30 horas de conversação via 3G e quase 110 horas de reprodução de música.

E se você já está sofrendo com antecipação por conta do tempo necessário para carregar essa enorme bateria, saiba que para carregá-lo temos um carregador Fast Charger capaz de gerar 50% de carga em cerca de 30 minutos, bateria suficiente para encarar o resto do dia numa boa.

Veja agora como o aparelho se saiu nos testes de benchmark:

Vellamo

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AnTuTu

AnTuTu  
Pontuação Geral: 73665
3D: 19123
UX:
DC - HSPA+
DL: 42Mbps
UL: 5,76Mbps
LTE Cat13: 600/150 Mbps
26373
CPU: 

21384

RAM: 6785

Como dissemos, acima, o Galaxy A9 Pro vem com a versão 6.0.1 do Android, e, por enquanto, nem sinal do Android Nougat. Uma pena, pois com essa boa configuração de hardware, o novo sistema mostraria uma boa resposta no A9.

Entre os softwares embarcados no aparelho, aquele que mais chama a atenção é, sem dúvidas, o Samsung Pay, pelo menos foi assim comigo. Porém, como nem tudo são flores, um pequeno grande problema: O serviço está à espera de uma atualização para dar início aos serviços no A9. Sim, o app vem instalado e a Samsung fez parecer que em instantes poderíamos pagar por compras sem ter o cartão em mão, no entanto, veja o que aparece assim que abrimos o aplicativo:

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Sim, o serviço está disponível desde julho no Brasil, porém até hoje funcionando com os mesmos 9 aparelhos que foram anunciados como compatíveis no lançamento. Resta aguardar e sofrer em silêncio.

Mas calma que temos alguns apps legais que funcionam. É o caso do Opera Max, um aplicativo que promete fazer você poupar até 50% dos dados do seu pacote móvel. Parece mágica, não? Mas ele realmente dá certo.

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Ele funciona da seguinte forma: Assim que você dá as permissões necessárias ao app e abre algum app que consuma dados, como por exemplo, ao Facebook, todos aqueles dados que não forem criptografados (ou seja, senhas e dados pessoais passam longe do controle do Opera, além de alguns outros tipos de dados como você confere no print abaixo) e que serão baixados para o seu celular – como fotos e vídeos dos seus amigos – serão conduzidos por uma VPN até os servidores de compressão de dados na nuvem que lhe retornará os dados já comprimidos e com “peso” menor.

E o melhor de tudo é que ele funciona “de imediato”. Em uma simples passada de 5 minutos pelo Instagram após ativá-lo, eu gastei 4.4 MB, e sem o Opera Max o consumo seria de 23.7 MB. Uma economia de 19.3 MB, ou 81%. E eu estava na wi-fi, ou seja, ele não resolve apenas para dados móveis. Também não há limitação e apps específicos onde o Opera Max irá funcionar. Qualquer app ou função do seu aparelho que consuma dados será tratado por ele e irá diminuir seus gastos de dados. Como bônus você ainda poderá monitorar, monitorar quanto cada aplicativo está consumindo e descobrir qual o vilão do seu plano de dados. Uma matéria completa sobre o aplicativo você confere aqui.

Além destes apps, destaque para o já conhecido Samsung Knox que traz mais segurança para o usuário, o S Health que vai lhe ajudar e incentivar a cuidar da saúde e os programas do pacote Office da Microsoft.

Após os testes dá pra dizer que o A9 PRO é um excelente telefone para quem gosta de ter uma boa central de entretenimento no telefone. Além de lindo, a tela é incrível em qualidade e definição, além de ser grande e ideal para ver filmes, fotos e jogar (e com o hardware de peso você poderá rodar qualquer game sem trancamentos). Ele é dual chip – fundamental nos dias de hoje –, aceita até 256 GB de armazenamento externo, tem um conjunto de câmeras que não te deixam na mão e possui uma bateria que garante autonomia por mais de 36 horas facilmente.

Como pontos negativos podemos citar o peso, o tamanho (para questões de praticidade) e o desinteresse da Samsung em deixar o telefone sempre atualizado, a falta de recursos da câmera – tanto para foto, como para vídeos – e o migué do giroscópio que pode dificultar sua missão de ser o maior treinador Pokémon do mundo.  

Review Samsung A9 PRO

Resumindo: O produto é excelente e você não irá se arrepender por motivos de performance, apenas pesa a questão do quão desengonçado ele é em sua opinião. E aqui vai uma dica final: no site do nosso parceiro Cissa Magazine o aparelho está com um preço 30% menor do que no site da Samsung.

[relatorio]

Mais sobre: samsung, a9, review
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