Review: Mouse Logitech G502 Proteus Core

Confira a nossa análise completa do Logitech G502, uma tentativa de evolução dos lendários mouses da Logitech que gerou um dos mouses mais precisos do mercado brasileiro.

Por | @grasiel_grasel Periféricos

A Logitech é uma empresa pioneira no desenvolvimento de mouses, mesmo quando os computadores ainda começavam o processo de deixarem de ser trambolhos gigantescos, ela já trabalhava em seu primeiro protótipo. Antes de começar a trabalhar com hardware, a ideia inicial da empresa era trabalhar com softwares, oferecendo um processador de texto desenvolvido por seus fundadores para fabricantes de computadores da segunda metade dos anos 70.

O primeiro mouse da Logitech foi introduzido em 1982, o P4, essa espécie de meia bola horrível que você pode ver na imagem abaixo. Ele foi um dos primeiros mouses comercializados separadamente de um computador na história da computação, ele também foi um dos primeiros a utilizar tecnologia óptica, que era combinada com a tradicional “bola” de um sensor mecânico (chamado na época de opto-mecânico).

Review: Mouse Logitech G502 Proteus Core

Passando mais para o futuro encontramos uma peça chave para o surgimento do G502, em 2005 a Logitech lançava a sua primeira linha de mouses voltados para jogadores, sendo um destes o Logitech G5.

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O Logitech G5 foi um dos diversos mouses da marca baseados no Logitech MX500, lançado em 2002, um modelo que fez bastante sucesso entre jogadores por sua ergonomia e qualidade. Por muito tempo a marca investiu neste mesmo design, e isto é fato por vermos mais dois modelos que foram determinantes na concepção do G502: O G500, que chegou em 2009 com novos botões de troca de DPI, cliques laterais do scroll, três botões extra na lateral e a mais nova tecnologia exclusiva da marca, o HyperScroll (vamos falar sobre ele mais tarde); e o G500S, de 2013, que trazia algumas mudanças de design e um sensor AVAGO 9800.

Review: Mouse Logitech G502 Proteus Core

Como você pode perceber, desde 2002 a Logitech vinha utilizando o mesmíssimo design em uma de suas principais linhas de mouses, o que jamais iria de encontro com o mercado gamer, que já passava a preferir algo mais excêntrico. Essa falta de inovação já estava prejudicando a marca, que decidiu que era hora de mudar e, em abril de 2014 era lançado o mais novo top de linha da marca, o Logitech G502 Proteus Core.

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Vale lembrar que em janeiro de 2016 foi lançado um modelo RGB do G502, o Proteus Spectrum, que tem como únicas diferenças a adição de um LED RGB e a remoção dos detalhes em azul.

Normalmente você vai costumar ler que ergonomia e design é algo de muito gosto pessoal, no entanto, no caso de mouses, isto não pode ser levado desta maneira, afinal, eles são simplesmente um objeto que ficará ao longo de toda a sua mão, portanto, se qualquer corte ou curva for mal projetado, isto certamente irá te incomodar, e é exatamente por isso que valorizo tanto designs mais simples, como do Ducky Secret ou dos mouses da Zowie.

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Zowie EC2-A, o conjunto perfeito de simplicidade, precisão e ergonomia

O objetivo da Logitech era justamente mudar o design de seus produtos, oferecendo o máximo de qualidade possível ao mesmo tempo. E de fato foi o que eles fizeram, mas nem todos gostaram do resultado, pois os novos cortes e curvas adicionados acabaram com a ergonomia universal de seus antecessores.

O Logitech G502 é confortável para qualquer pegada destra, seja ela palm, claw ou finger, no entanto, nem todos os tamanhos de mãos são favoráveis. As curvas do mouse são bastante confortáveis, principalmente o apoio para o dedão na parte esquerda, que melhora o grip. As texturas dos lados do mouse também aumentam a segurança da pegada, sua inexistência talvez seria um problema no grip do plástico emborrachado do seu material.

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Minhas mãos podem ser consideradas de tamanho médio e, como você pode perceber na imagem abaixo, em uma pegada palm, o dedão fica sobre o botão sniper e ambos os dedos anelar e mínimo ficam “arrastando” no mousepad (geralmente no máximo um dos dedos fica arrastando), isso acontece pela lateral direita do G502 ser menor do que o comum, o que prejudica este grip que geralmente segura mais na parte frontal de um mouse. Mãos pequenas talvez sintam mais conforto com uma pegada palm.

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Para pegadas Claw e Finger o mouse é bastante confortável, afinal, ambas seguram um pouco mais na parte traseira do mouse, que é maior. O posicionamento dos botões é bem favorável a ambas também.

Falando dos botões, este é mais um ponto a ser considerado na hora de comprar o mouse. Ao todo, você tem 11 botões programáveis pelo software da Logitech, sendo eles os dois esquerdo e direto, o do scroll, que também pode ser clicável para a esquerda e a direita, o de troca de perfil, dois de mudança de DPI, dois para macros e o famigerado botão sniper. E aí fica a pergunta: Pra que tudo isso?

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O botão sniper (DPI Shift no G502) foi uma pequena febre na produção de mouses nos últimos anos, o Mad Catz R.A.T.7 e o Corsair Vengeance M65 são outros exemplos que o utilizaram.  Basicamente, este recurso é um atalho para uma diminuição temporária da DPI do mouse para “aumentar a precisão de um jogador que utiliza uma sniper”. As chances de você usar este recurso são extremamente baixas, no entanto, se você o utilizar por algum tempo, posso garantir que não vai demorar muito para abandoná-lo, porque precisão de verdade só se consegue na DPI que você está acostumado.

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Outro pequeno problema que poderia ser evitado pela Logitech está no scroll do mouse, que é feito totalmente em metal. O material costuma apresentar problemas de desgaste e ferrugem em pouco mais de um ano para usuários que não tenham um ciclo de higiene constante e possuam um nível elevado de acidez nas mãos, sem contar com o peso desnecessário que poderia ser diminuído pela escolha de um material mais leve como o plástico.

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Na parte debaixo do mouse temos os seus teflons, a cavidade do sensor e o compartimento de pesos ajustáveis. Os pés do mouse são de um material aceitável, no entanto, seus recortes são meio pontiagudos e acumulam uma quantidade de sujeira maior que o normal. E quanto ao compartimento de pesos, precisamos conversar sobre eles mais especificamente.

O G502 possui 121 gramas sem seu cabo e os pesos extras, o que é considerado um nível elevado para a média do mercado, e isso é bastante chato principalmente para jogadores de FPS, que costumam movimentar o mouse muito mais. Grande parte deste peso é pela construção interna do mouse, a qual veremos mais adiante. Cada peso extra do G502 possui 3,6g, podendo elevar a sua pesagem total para 138 gramas, o que é completamente absurdo para um mouse da categoria.

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Uma proteção de fios de nylon envolve o cabo do G502, ela permite que ele seja mais maleável e não tão incomodativo quanto alguns de borracha, como o do G402, que é bastante chato. Essa proteção, embora pareça bastante segura, em poucos dias de uso já apontou alguns sinais de desfio.

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Um aspecto que me chamou bastante a atenção é o material de construção do mouse não apresentar marcas de dedos. Em outros mouses, como o G402, este plástico fosco costumava deixar algumas poucas marcas, mas no G502 elas são basicamente inexistentes, e isto é excelente.

Estas especificações são fornecidas pelo fabricante.

  • Resolução: 200 – 12.000 dpi
  • Aceleração máx.: > 40 G
  • Velocidade máx.: > 300 ips
  • Taxa de transmissão de USB: 1000 Hz (1 ms)
  • Altura: 132 mm (comprimento) x 75 mm (largura) x 40 mm (altura)
  • Peso: 168 gramas, mouse e cabo | 121 gramas, apenas mouse
  • Cinco pesos extras de 3,6g
  • Scroll com tecnologia HyperScroll
  • 11 botões programáveis

Sobre o Logitech Gaming Software, já falamos bastante dele no review do G402, se você quiser saber mais, pode dar uma conferida nele. Vamos verificar aqui apenas os recursos específicos do G502 aqui.

Como por padrão na maioria dos mouses da Logitech, você pode optar por utilizar configurações salvas no mouse ou no seu computador.

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Nas definições do cursor, você pode alterar as funções de todos os 11 botões do mouse, configurar cada nível de DPI (que pode chegar a até 5), alterar a taxa de atualização e alternar entre três perfis configuráveis.

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É possível também alterar alguns recursos de iluminação do mouse, como o brilho do led, a velocidade do efeito de pulsação (que é o único), definir se os leds de indicação de DPI ficarão sempre ligados e também definir um temporizador para desligar a iluminação.

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Uma característica do G502 é o seu LOD bastante baixo. Com o Logitech Gaming Software você pode configurar este aspecto com o ajuste de superfície, basta clicar sobre “Adicionar nova superfície” ou escolher uma das opções de mousepads da própria Logitech.

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Antes de começarmos a falar da construção interna, sinto que devo te dar uma dica: Jamais tente abrir o seu G502 se não for para consertar algum componente, é quase impossível abri-lo sem danificar alguma coisa, como os pads, que são fortemente colados (além do necessário), ou sua carcaça, que é extremamente difícil de desencaixar.

O Logitech G502 é absurdamente bem construído, a sua carcaça é o principal motivo do seu peso exagerado, pois ela possui uma quantidade altíssima de parafusos, peças e encaixes. É até difícil de acreditar que seja necessário tanto, mas pela quantidade de botões do mouse, é justificável que uma estrutura mais complexa ajude o seu funcionamento.

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Os switches dos botões esquerdo e direito, dos botões de DPI e de troca de perfil do mouse são todos OMRON China, que são excelentes e ficam atrás somente dos OMRON Japan.

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Os switches dos botões de macro 1, 2 e o botão sniper também são de um outro modelo OMRON. Anteriormente, em um modelo mais antigo do G502, eram utilizados switches Zippy Black, que eram de qualidade comparável à OMRON.

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Os switches do scroll e seus switches laterais também são aceitáveis, não é possível identificar corretamente quais são os seus modelos sem removê-los da PCB, mas acredita-se que o botão do scroll seja um ALPS SKRWAEE030 e os botões laterais do scroll um modelo tátil estilo Panasonic.

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Falando sobre o switch do scroll especificamente, é interessante observar que duas molas ajudam a manter a flexibilidade dos cliques e, quando usuários reclamam que o scroll é “frouxo”, é possível dizer que este problema poderia ser corrigido pela adição de molas mais rígidas, que manteriam a base do scroll mais longe de seu switch, mas isso poderia acarretar outro problema: o missclick nos botões laterais do scroll, que são relativamente sensíveis e teriam que ser trocados por um switch com cliques mais duros, o que na verdade não é muito interessante, e justifica este “problema” do scroll frouxo.

O codificador do scroll utiliza um sistema ótico desenvolvido pela própria Logitech e, sinceramente, é provavelmente a melhor tecnologia do tipo disponível no mercado, vide mouses da Zowie, que são de uma qualidade absurda, mas utilizam um codificador ótico que costuma apresentar problemas.

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Para finalizar o assunto do scroll, podemos explicar aqui como funciona a tecnologia do Hyperscroll. Bom, para começar podemos mostrar o botão que faz a tecnologia funcionar na imagem abaixo.

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Quando o botão é acionado e a tecnologia começa a funcionar, um mecanismo exerce pressão sobre um arco de metal, fazendo com que ele se afaste do aro do scroll. Este aro possui uma textura ondulada, que é a responsável pela “sensação de scroll” quando você gira a peça e sente os seus níveis. Afastando a peça de metal destas ondas, você tem um scroll que pode girar livremente.

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O sensor do G502 é um Pixart PMW 3366, um dos melhores disponíveis no mercado, concorrente direto do Pixart 3310, presente no Ducky Secret. O 3366 apresenta resultados excelentes até mesmo em faixas de DPI altíssimas, mas certamente não foi feito para reproduzir movimentos a 12000 DPI’s como é o caso deste mouse. Você poderá ver os resultados dos testes do sensor mais abaixo no review.

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No restante, o G502 possui uma construção interna invejável, todos os seus componentes são muito bem organizados, as soldas são bem feitas e tudo parece garantir uma durabilidade alta para seus componentes.

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Se você tem alguma dúvida a respeito de termos técnicos, recomendamos que leia nosso artigo sobre o que um bom mouse precisa ter clicando aqui.

MS Paint

Com o Microsoft Paint fazemos dois testes muito importantes, os de jitter e prediction que são, respectivamente, avaliações que verificam se o sensor do mouse sofre com alguma distorção (o que deixa as suas linhas “tremidas”) e também se ele tem algum tipo de sistema que tenta simular linhas perfeitas, o que você certamente não quer em um jogo de precisão, pois os movimentos humanos não são perfeitos.

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O G502 se saiu bem nos testes de jitter e prediction, o PMW 3366 praticamente não possui distorções em suas DPIs iniciais, sendo perceptível um nível de jitter a partir de 3200DPI, chegando a níveis elevados em 12000DPI. Nenhum tipo de prediction é perceptível nas linhas do G502.

Mouse Tester

O Mouse Tester nos mostra resultados um pouco mais técnicos e muito importantes, a consistência do sensor e o teste de aceleração para sabermos se o mouse possui algum tipo de alteração em seu rastreio em relação à velocidade que o movemos.

Consistência

No teste de consistência vamos verificar se o sensor possui algum tipo de alteração em seu rastreio, portanto, as linhas são o trajeto percorrido pelo mouse em relação ao tempo e as bolinhas são os registros do mouse sobre sua posição, quanto mais próximas da linha, mais preciso é o sensor.

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Como esperado, o PMW 3366 do G502 é bastante consistente, todo tipo de rastreio imperfeito é corrigido e levado para o caminho correto, uma característica típica de um sensor top de linha como este.

Aceleração

A aceleração é um problema mais comum em mouses de baixa qualidade, no entanto, é extremamente importante verificar se ele possui algum tipo de aceleração, pois taxas altas podem atrapalhar seu desempenho em jogos que exigem precisão, como Counter Strike, por exemplo.

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A Aceleração do sensor do G502 é praticamente nula, sendo apenas minimamente positiva.

Enotus

Mouse Test No Enotus realizamos mais dois testes, a frequência com que o mouse se comunica com o computador, o que nos dirá também o tempo que ele leva para mandar uma resposta à máquina, e também a velocidade máxima que o sensor é capaz de captar. Bons resultados devem estar acima de 500Hz (2 milissegundos de atraso) e no mínimo a 2m/s de velocidade máxima de rastreio.

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Os resultados dos testes foram mais que satisfatórios. 990hz garantem um atraso mínimo de pouco mais de 1ms, já a velocidade máxima de rastreio é absurda: 6,5 m/s, o que é muito mais do que você poderá reproduzir em uma jogatina.

O Logitech G502 Proteus Core é um mouse excelente, ele é extremamente preciso e bastante confortável para as pegadas para qual foi projetado. Durante minhas jogatinas, o medo de pressionar os botões de DPI esteve sempre presente, mas acabei não pressionando eles por acidente como fiz algumas vezes com o G402. Não importa o gênero que você mais gosta de jogar, o mouse possui uma excelente precisão para os jogadores de FPS e seus botões são totalmente programáveis para agradar os jogadores de Moba.

As mudanças do mouse foram justamente para trazer algo de diferente para a linha gamer da Logitech, no entanto, algumas foram bastante desnecessárias. Se o mouse tivesse apenas seus dois botões de macro do lado esquerdo, um botão de troca de DPI e os outros botões tradicionais de qualquer mouse, ele já seria excelente, podendo mantar até o mesmo design, portanto, este é mais um exemplo de mouse que perde pontos por seu excesso de botões.

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O LOD (lift off distance) do G502 é absurdamente baixo, chegando a até mesmo 0,7mm em um mousepad como o Razer Manticor. O autor BRZK da 4gamer.net organizou uma tabela comparando o LOD do G502 em diferentes mousepads e os resultados são surpreendentes!

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Os switches do G502 oferecem cliques suaves e muito confortáveis e, ao contrário do G402, o clique do scroll é mais confortável e balanceado o suficiente para não gerar cliques acidentais nos botões horizontais, um problema recorrente de mouses como o Razer Naga 2014.

Os pés do mouse oferecem um deslize bastante confortável, mas eles são um tanto ou quanto mal aplicados, pois são absurdamente difíceis de remover (é quase impossível remover sem danificar) e seus cortes exagerados podem danificar um mousepad de baixa qualidade, pois seus ângulos são relativamente pontiagudos.

Não há como negar, o maior problema do G502 é o seu peso, que é muito alto para um mouse que tem como um dos objetivos agradar jogadores de FPS. Tudo bem, 121g não são completamente inaceitáveis para um mouse da categoria, mas para uma média de 100g de seus concorrentes, ele está bem atrás neste quesito.

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O software da Logitech é um ponto bastante positivo em todos os mouses da marca, sua usabilidade é excelente, a configuração do rastreio e de macros é fácil e tudo é muito bem explicado, até os usuários mais iniciantes são capazes de dominá-lo, diferentemente de outros softwares, como o antigo CUE da Corsair, que era um pesadelo para quem não soubesse o que estava fazendo.

Dizer se você deve ou não comprar um G502 não deve ser uma tarefa nossa. Você, como consumidor, deve avaliar se ele seria uma boa escolha de acordo com os recursos que ele oferece.

Se você busca um bom mouse para jogar qualquer gênero de game e tem mãos médias ou pequenas, o G502 tem excelente precisão para FPS e possui mais botões programáveis para ajudar um jogador de Moba. Vale lembrar também que o mouse tem um LOD muito baixo, o que é mais um ponto extremamente positivo para jogadores que buscam uma maior qualidade no rastreio.

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Agora, se você tem mãos grandes e pegada palm, ter que lidar com a possibilidade de pressionar um botão que muda a DPI do mouse é bastante chato. É claro, é possível simplesmente desativá-lo ou até conseguir se acostumar com a posição do botão, mas você quer mesmo arriscar R$309 para ser obrigado a isso?

Notas

  • 0 4 6 8 10
  • Implementação do Sensor
  • Switches principais
  • Codificador do Scroll
  • Ergonomia
  • Switches extras
  • Construção interna
  • Peso
em nosso ranking
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  • Cougar Revenger
  • Logitech G502 Proteus Core
  • Logitech G203/102 Prodigy
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Mais sobre: mouse, logitech, G502
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