WhatsApp anuncia novas datas para encerrar o seu funcionamento em aparelhos antigos

Atenção usuários do WhatsApp de aparelhos mais antigos: Aplicativo adiou o seu encerramento de alguns modelos.

Por | @RafaelaPozzebon Aplicativos

Recentemente, o WhatsApp anunciou o fim do serviço para aparelhos mais antigos. Agora, porém, a empresa mudou de ideia e revelou um novo cronograma. O encerramento iria acontecer nesta sexta-feira (30), porém, alguns modelos foram programados para acontecer somente em 2020.

Confira abaixo as novas datas para o encerramento:

  • BlackBerry OS e BlackBerry 10: 31 de dezembro de 2017;
  • Nokia S40: 31 de dezembro de 2018;
  • Nokia Symbian S60: 30 de junho de 2017;
  • Windows Phone 8.0 e versões anteriores: 31 de dezembro de 2017;
  • Android 2.3.7 e versões anteriores: 1º de fevereiro de 2020

 Whatsapp muda data de encerramento em dispositivos antigosWhatsapp muda data de encerramento em dispositivos antigos

O iPhone 3GS é o único modelo que ainda permanece na lista que deve parar de acessar o WhatsApp.

De acordo com o aplicativo, mesmo que a empresa ainda não encerre imediatamente o suporte para tais sistemas, alguns recursos poderão não funcionar “devido a não desenvolvermos ativamente para estar nas plataformas”.

“Estas plataformas possuem certas limitações que nos impedem de expandir nossos recursos no futuro. Caso você seja usuário de alguma destas plataformas, e queira continuar utilizando o WhatsApp, nós recomendamos que troque seu aparelho por um mais atual”, diz o WhatsApp.

Vale mencionar que esta é a segunda vez em que o WhatsApp adia o fim dos seus serviços em alguns sistemas.

A Proteste, em junho, havia notificado o Facebook, que é dono do WhatsApp, que contestava a decisão, classificando como “obsolescência programada. “É um desrespeito ao consumidor, especialmente por quem opta por utilizar um aparelho mais antigo, uma vez que o acesso ao serviço de telefonia é provido por todas as operadoras do país.”

“Mesmo que seja uma parte ínfima do total, não se pode forçar o consumidor a consumir um novo aparelho, o que entendemos ser um desrespeito ao CDC e ao consumidor”, afirmou Henrique Lian, diretor de relações institucionais da Proteste.

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