Cabify irá investir US$ 200 milhões no Brasil

Senado, agora, terá que aprovar as alterações propostas pelos deputados sobre o funcionamento de aplicativos de transporte nas cidades.

Por | @oficinadanet Aplicativos

Na terça-feira (4), o Cabify, serviço de transporte por aplicativo, anunciou um investimento de US$ 200 milhões em suas operações no Brasil. O montante será utilizado na expansão da empresa nas cidades em que já está disponível, bem como colaborar no lançamento da ferramenta em outras capitais.

O aplicativo, atualmente, está disponível nos municípios de São Paulo (SP), Santos (SP), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR). A companhia, ainda neste semestre, pretende chegar a Brasília (DF) e abrir o seu primeiro negócio na região Nordeste.

CabifyCabify"Queremos mostrar a cada vez mais brasileiros que chegamos para ficar e somos a melhor opção de aplicativo de mobilidade urbana do país", destacou Daniel Velazco, diretor-geral da Cabify no Brasil. "Nosso crescimento de 70% ao mês desde o início das operações, em junho do ano passado, mostra não só que estamos no caminho certo, mas também que acreditamos no potencial do mercado brasileiro", completou.

Mesmo com um grande investimento, o Cabify pode ter feito o anúncio em um momento conturbado, já que, o Senado terá que votar em um projeto que dificulta a atividade dos aplicativos de transporte no país, o que também afetaria o Cabify, bem como os seus concorrentes, como Uber , 99Taxis e Easy Go. O projeto prevê que as prefeituras autorizem a situação dos serviços, igualmente já ocorre com os táxis. O município também poderá optar pelo impedimento ou funcionamento dos aplicativos nas cidades.

“Faz sentido dar poder aos municípios de regulamentar o serviço, mas tornar o serviço um transporte de caráter público inviabiliza esse modelo”, disse Daniel Velazco-Bedoya, diretor geral da Cabify, sobre o assunto.

“Não conseguiremos suprir a real demanda de transporte das cidades. As pessoas que entram nisso querem fazer como uma atividade paralela, não o dia todo. Essa exigência gera rigidez gigante para o modelo”, completou o diretor-geral da Cabify.

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