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Google libera no Brasil app para pais controlarem o que as crianças fazem no smartphone

O aplicativo permite controle sobre o download de serviços e sobre o horário de uso do smartphone.

Por | @fsbeling Aplicativos

A partir desta quarta-feira (28), os pais poderão controlar melhor o acesso dos seus filhos ao smartphone, isso porque a Google disponibilizou um aplicativo que auxilia os responsáveis por crianças no controle sobre o acesso nos aparelhos.

O app Family Link, foi desenvolvido em parceria com as equipes de engenheiros do Google no Brasil, de Belo Horizonte. O aplicativo estava passando pela fase de testes desde setembro de 2017 nos Estados Unidos. Agora, já está disponível aqui no Brasil, tanto na Google Play como na App Store.

Dedicado especialmente aos pais, os mesmos poderão fazer o download e criar uma conta familiar, configurando o celular dos filhos. Com isso, os pais poderão aprovar ou proibir apps instalados da Google Play Store, limitar o horário de uso do celular e a determinados aplicativos, conseguirão monitorar o tempo gasto por aplicativos, semanalmente e mensalmente, além de bloquear remotamente o dispositivo em determinadas horas do dia, como nos horários das refeições e de dormir.

App para controle do que crianças acessam no smartphoneApp para controle do que crianças acessam no smartphone

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Marcel Leonardi, conselheiro sênior de políticas públicas do Google, ressaltou “O Family Link dá à criança a liberdade para acessar um dispositivo Android, mas ao mesmo tempo obviamente seguir as regras que o pai ou a mãe estabelecerem”.

O Google não acredita que está no papel de pai.  A gente só fornece uma ferramenta para o pai ou mãe gerenciar aquilo que ache mais adequado para o filho.  Eu sei como pai que às vezes a gente coloca um horário para o filho e ele não obedece", completou.

Contudo, Leonardi descreve “A ferramenta pode ser muito ou pouca restritiva, se os pais entenderem que deve ser assim. O que o aplicativo não consegue fazer é impedir as ações das crianças dentro de um aplicativo. Se os pais liberarem o uso do WhatsApp, por exemplo, o Family Link não é capaz de barrar que as crianças recebam ou enviem fotos ou que conversem com pessoas desconhecidas”.

Finalizou “É muito mais simples, por exemplo, impedir o uso global de um aplicativo de mensagens do que tentar ter um controle granular do que a criança está fazendo ou deixando de fazer. Ou seja, é mais fácil bloquear do que ter o controle de cada atividade do que esse app permite ou proíbe”.

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