Internet: É ou não uma amiga da Educação?

Todos sabemos que cabe aos pais decidirem como usar essa poderosa ferramenta, a favor ou contra, amiga ou inimiga da educação e do desenvolvimento intelectual de seus filhos e alunos. Leia e reflita.

Por | @DanielPaulinoS Internet

Todos sabemos que cabe aos pais decidirem como usar essa poderosa ferramenta, a favor ou contra, amiga ou inimiga da educação e do desenvolvimento intelectual de seus filhos e alunos.

"A internet, muitas vezes, é vista como inimiga da educação." Eduardo Shinyashiki

Considerada as vezes como um ambiente descontrolado onde sobra material pornográfico, inutilidades várias e artigos de cultura inútil. Alguns profissionais, atualizados com as evoluções no mundo da comunicação e da web, enxergam esse mundo possível com outro olhar: nessa "terra sem lei", sobram oportunidades, mesmo que anárquicas, de conhecimento, ferramentas usáveis na sala de aula e fora dela, úteis na hora de manter o aprendizado dos alunos em momentos de diversão e descontração.

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Apesar de não ser considerada uma fonte válida para trabalhos acadêmicos a Wikipédia é um dos exemplos mais claros de como o digital pode favorecer o conhecimento e o desenvolvimento intelectual. O site possui vários portais de conteúdo educativo com materiais de Arte, História, Matemática e Filosofia.

"É importante deixar claro que a internet só é fonte de conhecimento quando o usuário procura por esse conhecimento." Eduardo Shinyashiki

É nesse momento que o educador deve entrar em cena. Mostrar caminhos, abrir trilhas pelas teias de informação e mostrar o alvo certo ao aluno é o dever desse profissional. A escola deve obrigatoriamente ultrapassar as cadeiras tradicionais e invadir o espaço eletrônico, ensinando o aluno a utilizar com consciência o mundo de possibilidades que é a Web. Não podemos esperar que uma criança de nove anos ou até mesmo um jovem de 20 prefira o site da TV Escola aos jogos do Cartoon Network, é função de pais e educadores mostrar que sites educativos podem ser interessantes e divertidos. Só assim construiremos uma cultura de educação.

Quanto aos adolescentes, muito do que eles sabem sobre a internet foi aprendido de forma autodidata e é esse o problema, e muito desse aprendizado não foca na qualidade, mas na facilidade. Um exemplo claro é o número de trabalhos feitos na base do “copia e cola”. Esse "mau" hábito pede por reeducação e conscientização dos jovens, no sentido de que o aprendizado acontece superficialmente com um método no qual uma pesquisa acontece apenas com o clique do mouse, e não com o bater do teclado e o giro do pensamento.

Enfim, sempre teremos o poder de mudar a educação considerando a vontade tanto dos nossos governantes como também a vontade e consientização dos pais e educadores tanto na modalidade a distância quanto na convencional que a tempos conhecemos.

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