Você piscou e a gente já chegou em setembro. E como está o mercado de celulares? Continua cheio de aparelho capado custando uma fortuna. O lado bom é que, aqui no Oficina da Net, nem tudo está perdido. A gente acabou de atualizar a lista com os melhores custo-benefícios do momento. Depois de pesquisar bastante, separei aqui os 7 modelos que eu compraria neste mês de setembro.

Então, se você está pensando em trocar de celular neste mês, fica até o final porque pode ser que o seu próximo celular esteja nessa lista.

Melhores custo-benefício de setembro

ÍNDICE

Como saber se um celular está com o preço bom para comprar?

Melhores preços do Oficina da Net

Galera, a gente sabe como é difícil descobrir se um celular está realmente com um preço bom. Mas agora o Oficina da Net pode te ajudar com isso.

A gente criou uma página que reúne todos os celulares que estão com preço justo. É só entrar e você já consegue ver quais aparelhos estão valendo a pena hoje, além de comparar o preço que a gente considera justo com o preço atual.

Se o celular que você está procurando não aparece nessa lista, talvez seja melhor esperar mais um pouco. Isso significa que, pelo preço atual, ele ainda não está valendo a compra. O melhor é que essa página é atualizada todos os dias.

Então, se você está de olho em algum celular, vale a pena salvar essa página e ficar de olho.

7. Galaxy A17 5G

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Começando pelo mais barato, o Galaxy A17 está na nossa lista pela sexta vez consecutiva, e nada disso é por acaso. Mesmo com celulares novos chegando o tempo todo, ainda é difícil encontrar uma opção tão barata que entregue um conjunto tão equilibrado.

A primeira coisa que eu recomendo aqui é que você não queira economizar demais na configuração. A versão com 4 GB de RAM aparece na faixa dos R$ 700, mas, se você puder investir um pouco mais, vale muito mais a pena procurar a versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Foi justamente essa configuração que testamos aqui no Oficina da Net e a experiência foi bem confortável.

É sempre bom lembrar que o A17 não é um celular para quem quer jogar Genshin Impact, editar vídeos ou ficar com dezenas de aplicativos pesados abertos ao mesmo tempo. Mesmo assim, ele compensa com a excelente tela Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e 90 Hz em um aparelho que pode custar pouco mais de R$ 1.000 na configuração que recomendamos.

Outro ponto muito interessante é o suporte da Samsung. A empresa prometeu até seis anos de atualizações, algo que nenhum concorrente nessa faixa consegue entregar com a mesma tranquilidade. É claro que existe uma diferença entre receber atualização e continuar tendo um desempenho bom depois de vários anos. O Exynos 1330 já não é exatamente um processador que impressiona, então eu tenho minhas dúvidas sobre como ele vai envelhecer.

Hoje, porém, ele ainda dá conta do recado. Ele ainda tem uma bateria de 5.000 mAh que, infelizmente não nos impressionou no teste de bateria, mas vai ser o suficiente para você usar sem ter uma grande dor de cabeça. As câmeras também funcionam bem, especialmente por causa da lente principal de 50 MP que faz boas fotos durante o dia, com cores agradáveis e um processamento que dá para passar de ano.

Então se neste mês de setembro você está atrás de um celular novo e quer gastar o mínimo possível, o A17 com 8 GB de RAM e 256 GB é a melhor opção.

6. Galaxy A36

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Agora começa a ficar interessante. Se o Galaxy A17 é aquele celular para quem quer economizar ao máximo, o Galaxy A36 já é para quem consegue investir um pouco mais e necessita de um aparelho que aguente melhor os próximos anos.

Aqui eu continuo recomendando a versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, que costuma aparecer por volta dos R$ 1.500. A versão de 128 GB pode custar entre R$ 1.300 e R$ 1.400, mas, considerando que a diferença não costuma ser tão grande, eu acho muito mais inteligente levar o dobro de armazenamento.

E ele não é tão básico assim. Aqui já temos vidro Gorilla Glass Victus+ na frente e atrás, além da certificação IP67 contra água e poeira. A tela também é consideravelmente melhor. O painel Super AMOLED de 6,7 polegadas trabalha a 120 Hz e chega a 1.900 nits de brilho. Um segredinho: essa é praticamente a mesma tela utilizada no Galaxy A56, um aparelho que hoje está custando quase R$ 700 a mais.

Outra boa notícia para alguns é que no A36 a Samsung deixou de lado o chip próprio e colocou o Snapdragon 6 Gen 3. Isso quer dizer que ele não vem rodeado do preconceito que normalmente vem junto com os chips Exynos, mas já adianto que esse modelo da Qualcomm também não é um processador que vai disputar com os celulares mais potentes da categoria.

Mesmo assim, nos nossos testes, o A36 passou dos 650 mil pontos no AnTuTu, o que não é tão ruim. A gente conseguiu fazer ele rodar com boa fluidez jogos pesadinhos como Asphalt Legends e Diablo Immortal sem grandes dificuldades. Jogos mais pesados já exigem alguns sacrifícios, mas isso não é exatamente uma surpresa nessa categoria.

Uma coisa que me chamou bastante atenção durante os testes foi a temperatura. Mesmo jogando, o Galaxy A36 conseguiu se manter relativamente frio. A bateria também foi aprovada. Nos nossos testes, que duram cerca de oito horas com várias tarefas pesadas e a tela sempre ligada, o A36 terminou com 11% de carga restante, o que por si só, isso quer dizer que já é mais que o suficiente para passar um dia inteiro longe da tomada.

As câmeras também são bem OK. O padrão Samsung que funciona bem se mantém com a principal de 50 MP com cores agradáveis e uma boa faixa dinâmica. Ele ainda tem duas câmeras secundárias que não têm o mesmo nível de destaque, mas cumprem o papel delas.

Se você consegue sair da faixa de R$ 1.000 e chegar aos R$ 1.300 ou até R$ 1.500 na versão mais completa, pode colocar o A36 no seu radar porque realmente vale a pena por esse preço.

5. Moto G56

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Ainda falando de opções baratinhas, o Moto G56 é uma opção muito interessante. O maior destaque logo de cara, na minha opinião, é a construção. A Motorola tem investido pesado em certificações IP68 e IP69 e ele ainda tem resistência de padrão militar, algo que não é comum nessa faixa de preço. Então água, poeira e até jatos de pressão não devem ser problema aqui.

E a Motorola ainda colocou aqui alguns recursos que estão desaparecendo dos celulares mais baratos. Temos a raríssima entrada para fones de ouvido de 3,5 mm e suporte para cartão microSD de até 2 TB.

A bateria também é boa. São 5.200 mAh, e no nosso teste de oito horas com a tela ligada ele terminou com 14% de carga restante. Não chega a ser um resultado de campeão em autonomia, mas é mais do que suficiente para passar um dia inteiro longe da tomada. O carregador de 33W também consegue completar a bateria em cerca de 1 hora e 16 minutos, um tempo razoável.

Mas como nem tudo são flores, o que eu tenho que lamentar aqui é que a Motorola colocou um painel LCD de 6,7 polegadas, Full HD+ e 120 Hz. A gente até entende que usar uma tela IPS é uma forma de baratear o produto, mas podia ser uma AMOLED e ainda ter um preço baixo. Se você está acostumado com celulares AMOLED, é impossível não sentir a diferença.

O desempenho também é digno de um celular de entrada. Ele vem com o Dimensity 7060 e marcou cerca de 478 mil pontos no AnTuTu no nosso teste, abaixo inclusive do Galaxy A36 que a gente acabou de ver aqui. De vez em quando ele até surpreende, como jogando Blood Strike, por exemplo, conseguimos uma média excelente de 112 FPS, mas não espere nenhum milagre, por que em jogos mais pesados ele deve sofrer com certeza.

As câmeras também são apenas satisfatórias. A principal de 50 MP com sensor Sony Lytia 600 faz boas fotos durante o dia, mas o processamento não chega ao nível do Moto G86. Quando colocamos os dois lado a lado, o G86 entrega mais nitidez, cores melhores e principalmente resultados superiores à noite.

Então, se você encontrar o Moto G56 na faixa de R$ 1.200 a R$ 1.300, ele começa a fazer bastante sentido. É um celular resistente, completo nas conexões, com boa bateria e quem compra sabendo o que está comprando não costuma se decepcionar.

Mas se você puder colocar mais algumas centenas de reais, existe um Moto G que entrega uma experiência muito melhor.

4. Moto G86

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Sim, estou falando do Moto G86, outro modelo que está batendo carteira nessas listas que a gente faz todo mês simplesmente por que foi uma das maiores surpresas que eu tive com um celular da marca neste ano.

Já que a gente estava falando do G56, vou te explicar a primeira diferença. Enquanto o G56 usa tela IPS, o G86 traz um painel pOLED de 6,67 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz. Não é a melhor tela da Motorola, mas já é uma tela muito mais bonita, com um nível de contraste muito acima e cores bem mais vivas.

Outra diferença é que aqui ele vem com o processador Dimensity 7300 que também não é um chip topo de linha, mas está claramente acima do Dimensity 7060 do G56. Com esse modelo você já consegue encarar alguns jogos mais pesados com mais tranquilidade.

Mas onde eu realmente senti a diferença foi nas câmeras. O G86 tem uma principal de 50 MP com sensor Sony e estabilização óptica, além de uma ultrawide de 8 MP. O resultado é muito bom. As duas lentes trabalham muito bem as cores e entregam resultados muito superiores em situações de pouca luz.

Fora isso, a Motorola manteve o que já era bom no G56. Isso quer dizer que o G86 também tem uma construção com IP68 e IP69, resistência militar e Gorilla Glass 7i, além da bateria de 5.200 mAh e a opção de memória com 256 GB que eu considero mais interessante.

Nessa configuração, o preço normalmente é de R$ 1.600, mas às vezes tem algumas ofertas dele saindo por menos de R$ 1.500. Se esse é o valor que você pensa em gastar no seu próximo aparelho, eu desafio alguém a encontrar melhor opção que o Moto G86. Simplesmente não existe.

3. Galaxy A57

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Agora vamos subir o sarrafo. Chegamos a uma faixa de preço em que eu já espero um celular mais completo, e o Galaxy A57 entrega justamente isso. Ele está na nossa lista porque conseguiu melhorar alguns dos pontos que já eram bons no A56, principalmente na construção. O problema é que a Samsung também aumentou bastante o preço de lançamento, então o A57 só começa a fazer sentido quando aparece em boas promoções.

Para quem gosta de celulares compactos, o A57 ficou mais fino e mais leve, em comparação com o seu antecessor, mas felizmente a Samsung manteve o vidro Gorilla Glass Victus+ e agora temos certificação IP68, contra IP67 do A56. Na mão, ele realmente passa uma sensação de celular mais caro.

A tela praticamente não mudou, mas isso não é um problema. Como eu já disse aqui nesse vídeo, um painel Super AMOLED+ de 6,7 polegadas, Full HD+ e 120 Hz, com brilho que chega a 1.900 nits é uma das melhores telas que você vai encontrar nessa faixa de preço.

O problema está no processador. O novo Exynos 1680 marcou cerca de 1,3 milhão de pontos no AnTuTu nos nossos testes, o que é até uma melhora em relação ao A56, mas ainda assim fica distante de outros modelos poderosos que a gente indica para quem quer muito desempenho.

A bateria também não evoluiu como eu gostaria. São 5.000 mAh e, no nosso teste de oito horas, o A57 terminou com 22% de carga restante. É um resultado bom, mas acho que podia ser melhor. Para completar, ele suporta carregamento de 45W, mas não faz mal lembrar que Samsung continua colocando um carregador de apenas 15W na caixa.

Nas câmeras, a Samsung preferiu não mexer muito. Temos 50 MP na principal, 12 MP ultrawide e 5 MP macro, e a qualidade segue o padrão da empresa. Não é um conjunto que vai impressionar quem procura a melhor câmera da categoria, mas funciona muito bem no dia a dia, especialmente durante o dia. O recurso mais útil é que essa câmera grava em 4K com estabilização óptica, bom para quem faz vídeos.

E tem um ponto em que o A57 continua sendo muito forte: longevidade. Ele já sai de fábrica com Android 16 e One UI 8.5 e tem promessa de seis anos de atualizações. Isso pesa muito hoje em dia.

Hoje, porém, eu só compraria o Galaxy A57 se ele estivesse na faixa dos R$ 1.800. Nessa região, ele se torna uma ótima opção para quem se preocupa com tela boa, construção premium, câmeras confiáveis e muitos anos de atualização. Acima disso, eu já começaria a olhar com bastante carinho para o próximo celular da nossa lista.

2. POCO X8 Pro

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POCO X8 Pro. Esse celular é praticamente um ponto fora da curva nesta lista por que enquanto o Galaxy A57 tenta entregar um conjunto equilibrado, o POCO deixa bem claro que o negócio dele é máximo desempenho. E não é exagero. Ele vem com o Dimensity 8500 Ultra que como seu nome indica, é poderoso. Fez quase 2 milhões de pontos no AnTuTu nos nossos testes.

A tela também é excelente. Temos um painel AMOLED de 6,59 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de 120 Hz, com brilho de até impressionantes 3.500 nits. Tem suporte a Dolby Vision, HDR10+ e uma série de recursos que fazem a diferença. Estamos falando de uma tela que eu considero de nível quase topo de linha.

E a bateria é outro absurdo. São 6.500 mAh usando tecnologia de silício-carbono. No nosso teste, ele terminou consumindo apenas 58% da bateria depois de oito horas de uso pesado. É incrível isso, simplesmente um dos melhores resultados que já registramos. E quando finalmente precisar carregar, o carregador de 100W consegue completar toda essa bateria em cerca de 42 minutos.

A construção também não fica atrás de outros modelos que citamos aqui. O POCO X8 Pro tem Gorilla Glass 7i na frente, moldura de alumínio e certificações IP68 e IP69K. Ou seja, além de potente, ele também é bastante resistente.

Agora, nem tudo é perfeito. Se existe um ponto em que o POCO X8 Pro fica atrás de alguns concorrentes desta lista, são as câmeras. A principal tem 50 MP com estabilização óptica e a ultrawide tem 8 MP, mas o resultado das fotos não acompanha o nível absurdo de desempenho e tela que encontramos aqui. Durante o dia até dá para conseguir boas imagens, mas não é o celular que eu escolheria se fotografia fosse minha prioridade.

Também temos Android 16 com HyperOS 3, quatro anos de atualizações de sistema e seis anos de atualizações de segurança. É um suporte bom, embora ainda fique atrás dos seis anos de atualizações que a Samsung oferece para celulares baratos como o A17.

Mesmo assim, o POCO X8 Pro é de longe um dos melhores custo-benefícios em 2026. O ponto de atenção é que o preço dele é bem instável. Ora está R$ 2.500, ora chega a bater R$ 2.800. Meu conselho é: fique atento para quando surgirem ofertas de R$ 2.300 ou menos. Nesse valor eu diria que é um preço justo!

1. Motorola Edge 60 Pro

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E chegamos ao primeiro colocado: o Motorola Edge 60 Pro. Ele não é o lançamento mais quente desta lista, até porque ele já está aí no mercado há mais de um ano. Mesmo assim, depois de fazer uma pesquisa neste mês de setembro, ele continua sendo o aparelho que eu escolheria se tivesse cerca de R$ 2.500 para gastar num conjunto realmente completo.

A primeira coisa que chama atenção é a tela. Temos um painel digno de topo de linha, com tecnologia P-OLED, tamanho de 6,7 polegadas, resolução de 1220 x 2712 pixels e taxa de 120 Hz, com suporte a HDR10+ e brilho que chega a impressionantes 4.500 nits de pico.

E mais uma vez, a Motorola não economizou na resistência. O Edge 60 Pro tem certificações IP68 e IP69, além da certificação militar MIL-STD 810H. Esse é um dos grandes diferenciais da Motorola ultimamente e algo que eu valorizo bastante porque a gente sabe que uma hora ou outra o celular pode cair, e ninguém quer perder o celular na primeira quedinha.

O desempenho também é muito bom. O Dimensity 8350 Extreme chegou a 1,38 milhão de pontos no AnTuTu nos nossos testes, e isso é mais do que suficiente para praticamente qualquer coisa que você queira fazer no Android. Pode rodar jogos pesados tranquilamente que esse aqui dá conta do recado.

Mas nem só de bom desempenho vive o Edge 60 Pro. Ele tem também uma senhora bateria de 6.000 mAh que, no nosso teste de oito horas, o aparelho terminou com cerca de 26% de carga restante. É um resultado muito bom para um celular desse nível. E, quando precisar carregar, o carregador de 90W que acompanha o aparelho leva apenas 49 minutos para encher o tanque de 0 a 100%. E uma coisa bem legal é que ele ainda tem carregamento sem fio de 15W, mais um bom diferencial.

As câmeras também são um dos motivos pelos quais eu colocaria o Edge 60 Pro no primeiro lugar dessa lista. A principal tem 50 MP com sensor Sony LYTIA 700C e estabilização óptica, acompanhada de uma ultrawide de 50 MP e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x. A telefoto, em particular, é um recurso que faz bastante diferença para quem gosta de fotografia, e no caso do Edge 60 Pro, não é só uma lente para enfrentar a traseira.

Também temos 50 MP na câmera frontal, com gravação em 4K, e vídeo em 4K a 30 FPS nas câmeras traseiras. É claro que ele é o melhor celular do mundo em câmeras, mas dentre as opções custo benefício de hoje em dia, ele é o mais completo.

O ponto que ainda deixa a desejar é as atualizações. O Edge 60 Pro foi lançado com Android 15 e infelizmente tem promessa de apenas três anos de atualizações de sistema, o que é um pecado da Motorola. Podia ser quatro ou cinco anos, no mínimo.

Mesmo assim, olhando para todo o conjunto, é difícil ignorar o que esse celular entrega. Para quem chegou custando R$ 4.000 no lançamento, pagar hoje os R$ 2.600 ou R$ 2.700 que a gente encontra por aí, é um excelente negócio.

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