CEO do Google diz que IA deve ser regulada com cautela

No início desta semana o CEO da Google pediu para que houvesse um tratamento mais equilibrado para a regulação das tecnologias que envolvem a inteligência artificial. Confira!

Por Tecnologia
Fonte: Carsten Koall/Getty Images
Fonte: Carsten Koall/Getty Images

No início desta semana, o CEO da Google, Sundar, pediu para que houvesse um tratamento mais equilibrado para a regulação das tecnologias que envolvem a inteligência artificial. De acordo com o executivo-chefe, a IA pode trazer tanto benefícios quanto "consequências negativas".

Governos estão considerando seriamente em regulamentar limites sobre como a inteligência artificial

Sundar realizou o comentário citado acima quando legisladores e governos estão considerando seriamente em regulamentar limites sobre como a inteligência artificial poderá ser utilizada.

"Não há dúvida de que a inteligência artificial precisa ser regulada. A questão é qual a melhor maneira de abordar isso."

Sundar Pinchai, CEO da Google. Fonte: LAtimes
Sundar Pinchai, CEO da Google. Fonte: LAtimes

De acordo com o CEO, existe um papel importante a ser desempenhado pelos governos, e que à medida que forem surgindo regulamentações por parte dos EUA e UE (União Europeia) para a IA, haverá a necessidade de um "alinhamento internacional" para que as regras não sejam tão divergentes.

Sundar diz que:

"A regulamentação sensata também deve adotar uma abordagem proporcional, equilibrando possíveis danos com oportunidades sociais."

Após a sua fala, ele ainda complementou falando sobre a possibilidade de incorporar padrões já existentes como, por exemplo, o rígido Regulamento Geral de Proteção de dados da Europa, ao invés de começar do zero.

Mesmo que haja grandes promessas envolvendo a inteligência artificial, que trazem muitos benefícios, o executivo-chefe do Google, demonstrou preocupações sobre sua possível desvantagem mencionando como exemplo o papel da tecnologia de reconhecimento facial, que pode ser utilizado tanto para procurar pessoas desaparecidas quanto para fazer atos por "razões nefastas".

No ano de 2018, a Google prometeu que não iria utilizar IA em aplicações relacionadas a armas, vigilância ou ações que podem violar os direitos humanos.

Fonte: Latimes

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