O cemitério e fracassos da Microsoft

Não é porque ela é a maior empresa de tecnologia do mundo e a mais revolucionária que eles obrigatoriamente têm que acertar todas, certo? Confira aqui os maiores erros de Bill Gates e da MS.

Por | @Evilmaax Tecnologia

Quando falamos em Microsoft e em Bill Gates logo nos vem à mente uma marca confiável, valiosa e revolucionária. No entanto, diferentemente do que pensamos, a empresa que mudou o jeito como utilizamos o computador não tem somente acertos em seu currículo de quase 40 anos de revoluções digitais.

A verdade é um pouco mais difícil para os amantes da MS. Ela acumula dezenas de produtos que não deram certo e tiveram de ser totalmente reformuladas ou até mesmo aposentados ou substituídas. Serão estes casos que veremos hoje no cemitério da Microsoft.

Nossa lista estará ordenada do produto que menos durou para aqueles que resistiram por mais tempo, ou que então, ainda estão em atividade. Vamos lá:

Microsoft Kin – 2010 ~ 2010 (48 dias) – A lista não poderia começar senão com o maior fracasso da empresa e talvez um dos maiores desperdícios de dinheiro do mundo. A história do Microsoft Kin começa após anos gastos em desenvolvimento e bilhões de dólares investidos em pesquisa. E tudo isso para quê? Para resultar em uma aposentadoria precoce com apenas 48 dias de vida. Isso mesmo, 1 mês e meio, após nenhuma crítica positiva nos meios especializados. Os números de vendas apontam entre 500 e 10.000 unidades vendidas. Uma verdadeira mancha na biografia de Bill Gates.

O cemitério e fracassos da Microsoft

Campanha publicitária de Bill Gates com Jerry Seinfield – 2008 (Alguns meses) – Dois anos após seu lançamento, as vendas de Windows Vista não iam muito bem, e para contornar isso Bill Gates resolveu relançar o produto apelando fortemente para campanhas publicitárias. A campanha tinha de ser tão inusitada que o próprio Bill resolveu estrela-la, no entanto, ele não viria sozinho, ao seu lado estava o humorista Jerry Seinfeld. A campanha foi orçada em 300 milhões de dólares (dos quais, 10 milhões foram pagos a Seinfeld de cachê) e durou pouco tempo no ar. Fracasso de público, os críticos classificaram-nas como “terríveis” e os comerciais foram totalmente refeitos, mas dessa vez sem Gates nem o humorista. Confira abaixo estas raridades:

Windows Millenium – 2000 ~ 2001 (2 anos) – Considerado pelo site PC World como o 4º pior produto tecnológico de todos os tempos, algo que funciona “tão bem quanto um cavalo com rodas nas patas da frente e cascos nas patas de trás”, o Windows ME quebrou a série de bons sistemas operacionais da família 9x. Era lento, instável, inseguro e repleto de bugs. Os usuários apontaram problemas para fazê-lo rodar, instalar, rodar softwares de terceiros e até para desliga-lo. Não por acaso o Windows XP foi lançado apenas 1 ano depois.

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Windows RT – 2012 ~ 2013 (2 anos) – Este daqui foi o principal motivo do insucesso do Surface, o Tablet da Microsoft que falaremos logoabaixo. Pois é, especialistas apontam o RT como a principal fonte de fracasso do tablet. E se você acha que é exagero, olha só a lista de fabricantes que romperam com o projeto Surface por causa dele: Dell, Lenovo, Asus, HTC, Samsung, Acer, Toshiba e HP. Todas elas cancelaram a parceria por causa das limitações do SO. Por causa dessas a MS aposentou o RT e trouxe o Windows 8 para os Surfaces.

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Project Green – 2003 ~ 2005 (3 anos) – Tratou-se de uma tentativa de ser uma suíte de aplicativos de planejamento de recursos empresariais voltada principalmente para organizações de médio porte. Uma iniciativa da Microsoft para alinhar suas diversas aplicações de negócios (Great Plains, Navison, Solomon, Microsoft CRM - comprados por US$ 1 bilhão no início dos anos 2000) sob uma única base de código. A MS Introduziu o Project Green em 2003, que nunca chegou a ser totalmente concretizado, já que em 2005, a empresa renomeou seus diversos pacotes, que eram em sua maioria adquiridos de terceiros, com um prefixo "Dynamics".

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Performance Point – 2007 ~ 2009 (3 anos) – Propunha-se a ser uma ferramenta de análise financeira e que só foi possível após a compra da tecnologia da ProClarity. O programa oferecia uma integração de planejamento e orçamentário com o Excel. No entanto os principais concorrentes do ramo, como o Business Objetcs, comprado pela SAP, e o Cognos, pela IBM, monopolizaram o mercado, que acabou forçando a MS a terminar com o software apenas abril de 2009. Os motivos apontados pelos especialistas pelo fracasso da aplicação seriam a dificuldade de instalação e os preços altos demais em relação aos demais. Algumas de suas funções foram incorporadas no SharePoint 2010.

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Windows Vista – 2007 ~ 2009 (3 anos) – Tido como muitos como o pior de todos os Windows até hoje, o Windows Vista amargou vendas horríveis. Em 2 anos vendeu apenas 186 milhões de cópias, o XP, no mesmo período vendeu 210 milhões (levando em conta que o número de casas com computadores nessa época era infinitamente menor do que no período do Vista), e o Windows 7 vendeu 450 milhões. Outro fato: Do XP ao Vista foram mais de 6 anos sem um novo SO, já do Vista para o 7 foram apenas 2. Sim, o Vista foi tão mal que a Microsoft resolveu apressar o lançamento de seu sucessor. Segundo o site Computer World, 1 terço dos computadores comprados com Windows Vista fizeram downgrade para o XP.

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Microsoft Bob – 1995 ~ 1998 (4 anos) – Criado em formato de uma interface gráfica complementar para o Windows 95 com o objetivo de ajudar os usuários mais inexperientes, o Bob é considerado um dos maiores fracassos da MS. Entre as causas estão, por exemplo, o preço de US$ 100 dólares, muito para a época, e, as configurações necessárias: O Bob exigia um processador mínimo 486 com 8 MB de RAM, 30 MB de espaço em disco e uma placa gráfica com 256 cores VGA. Na época a maioria dos computadores não atendia a estes requisitos.

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Windows Phone 7 – 2010 ~ 2013 (4 anos) – Um dos sistemas operacionais desenvolvidos para Smartphone da Microsoft, este com certeza não caiu no gosto dos usuários. A rejeição foi tão grande que 3 semanas após o lançamento, a AT&T (operadora americana de telefonia) precisou fazer promoções do tipo leve 2 e pague 1 para liberar o estoque. A mídia especializada PC World escreveu uma resenha onde descreve o SO mobile como o “desastre da Microsoft”, ressaltando a “falta de segurança, aplicativos Office incrivelmente ruins, uma interface problemática e abandono total da base de clientes Microsoft.” A resenha completa pode ser lida aqui (em inglês).

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Microsoft Surface – 2012 ~ ? (4 anos até agora) – Um tablet que pode ser um computador, esta é a aposta da MS para competir com o líder de mercado iPad, da Apple. No entanto, a linha Surface já deu mais de US$ 1,5 bilhão de dólares em prejuízo desde o seu lançamento. Tudo se deve ao primeiro modelo que recebeu críticas muito duras, apontando uma péssima configuração de hardware, touch bugado, bateria com pouquíssima duração e claro, Windows RT. O principal motivo do prejuízo de mais de US$ 900 milhões de dólares com o modelo.

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Zune – 2008 ~ 2011 (4 anos) – Desenvolvido em parceria com a Toshiba, o “iPod da Microsoft”, como ficou conhecido, foi lançado no auge do concorrente da empresa de Steve Jobs e prometia brigar de igual para igual com seu adversário. No entanto, ele só prometia. O Zune não emplacou por diversos motivos, por exemplo, o apagão que deu em dezenas de unidades na mudança de 31 de dezembro para 1º de janeiro de 2009 em virtude das configurações de horários e datas pelo mundo. O Zune tinha características incríveis, como por exemplo, o fato de permitir que os aparelhos se conectassem e compartilhassem arquivos entre si (coisa que o iPod ainda não fazia). No entanto as “cláusulas” de compartilhamento não eram muito práticas. Por exemplo, se você copiasse a música do Zune de algum amigo, só poderia reproduzi-la 3 vezes em no máximo 3 dias. Por estas e outras o Zune não fez sucesso e foi integrado ao sistema do Xbox, como Xbox Music e Xbox Video, além de outros serviços de mídia, sendo então descontinuado.

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Apesar da bola fora, o pessoal da Microsoft estava certa de que o aparelho faria sucesso, muito amis inclusive, do que o novíssimo e desconhecido iPhone da Apple. Segundo Steve Ballmer, o iPhone não daria certo, pois era o telefone mais caro já lançado na história e somente quem teria condições para arriscar e comprar o modelo seriam os empresários, estes, no entanto, nunca comprariam um celular sem teclado QWERTY para escrever seus e-mails. Ele disse que confiava mais no Zune da Microsoft...Errou MUITO feio. Confira:

Business Productivity Online Suite (BPOS) - 2007 ~ 2011 (5 anos) – Representa o início da MS em tentar entrar no ramo dos softwares de produtividade, seja para empresas ou uso doméstico, baseado na nuvem. Com os aplicativos oferecidos (Exchange Online, Sharepoint Online, Office Communications Online, e, Micosoft Office Live Meeting) a empresa tentou combater o monopólio do Google na nuvem. O erro foi que seus serviços, como e-mails baseados na cloud, que até ofereciam colaboração, mas não possuíam versões dos principais programas do Office, como Word e Excel ajudou a puxar para baixo a iniciativa. Quedas de horas do serviço também eram reclamações constantes dos usuários. Foi substituído pelo Office 365.

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Windows Live One Care – 2006 ~ 2010 (5 anos) – Primeira tentativa da MS de apresentar aos consumidores um software de segurança. O software apresentava funções de limpeza e desfragmentação, limpeza de vírus, notificações de backup, updates e firewall. No entanto o software não fazia o que se propunha. Levou muitas críticas dos especialistas em segurança que apontavam um baixo nível de detecção de vírus e um firewall que apresentava muitas vulnerabilidades. Foi substituído pelo Microsoft Security Essentials, que veio com o Windows 7.

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MSN SPOT – 2004 ~ 2008 (5 anos) – Bem antes da onda de relógios inteligentes, internet das coisas e vestíveis aparecerem, a MS já havia lançado o seu smartwatch e sua própria IDC. O relógio do MSN podia lhe mostrar o tempo, a cotação das ações na bolsa, entre outras funções. E parece que a empresa não aprende, afinal o erro que matou o serviço já havia sido cometido outras vezes: Eles exigiam um pagamento mensal de US$ 60 para usar SPOT (Smart Personal Objects Technology).

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OS/2 – 1987 ~ 1992 (6 anos – 1992 marca a versão 2.0) – Desenvolvido conjuntamente pela IBM e Microsoft, esse sistema tinha tudo para dar certo, mas não foi bem assim. Sucessor para o MS-DOS, apresentava recursos promissores como a novíssima multitarefa, porém não vingou por uma série de motivos, entre eles as diferenças entre a cultura das 2 empresas, que acabou causando atrito entre os desenvolvedores do OS/2, e a falta da prometida “GUI Presentation Manager”, nossa amiga interface gráfica, que fez com que os mais leigos conseguissem manusear um computador sem dificuldades, apenas intuitivamente. Após a separação a MS iria fabricar os Windows e o OS/2 ainda encontraria mercado, principalmente em sistemas embarcados como em caixas eletrônicos.

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Disquete de instalação do OS/2

CardSpace – 2005 ~ 2011 (7 anos) – Lançado inicialmente como InfoCard, foi disponibilizado inicialmente com o .NET Framework 3.0 para Windows XP, Windows Server 2003 e Windows Vista. A ideia da Microsoft era que o serviço fosse uma forma de evitar o roubo de identidades online, combatendo phishing, por exemplo. No entanto, o serviço não emplacou, pois a tecnologia era muito complicada para o usuário doméstico, e, durante muito tempo, não se conectava a nenhum outro serviço. Foi substituído pelo nosso próximo item da lista, o U-Prove.

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Microsoft Store – 2009 ~ ? (7 anos até agora) – A Microsoft surgiu como uma companhia que queria desenvolver softwares e nisso eles eram bons, talvez os melhores. E o que acontece quando você chega ao topo? Você quer mais, quer diversificar seu ramo de atuação, aumentar seu império, atacar em outras áreas e arrecadar mais dólares. Foi justamente em uma dessas que a MS entrou pelo cano. Ela resolveu atuar como...varejista. Sim, por mais estranho que possa parecer (eu nunca vi uma ou havia ouvido falar) a Microsoft tem uma rede de lojas, assim como outras gigantes da indústria que apostam no varejo que conta com 113 unidades espalhadas pelo mundo, sendo 103 delas nos Estados Unidos, 9 no Canadá e 1 na Finlândia. Além dos clássicos softwares, como a família Office, e outros produtos da empresa de Bill Gates (Pc's com Windows e Lumia's, por exemplo) as lojas oferecem aparelhos de parceiros, como Dell, HP, tablets, manutenção de vídeo games, smartphones e pc’s, etc. Ainda não se sabe se vai ser um fracasso digno de entrar na lista ou não, mas é preciso dizer que com 7 anos de atividade, as Apple Stores já dominavam o mundo.

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Bing – 2009 ~ ? (7 anos até agora) – Mesmo que ainda em operação, não podemos negar que o Bing é um fracasso, certo? Afinal, quem é que utiliza esta ferramenta ao invés do todo poderoso Google para buscar algo? Mesmo sendo o 2º serviço de busca mais utilizado nos EUA, o Bing dá um prejuízo de US$200 milhões de dólares por mês à MS, sendo usado por apenas 30% dos americanos, o principal concorrente tem 65%.

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U-Prove – 2008 ~ ? (8 anos até agora) – Mesmo com o fracasso do CardSpace, a Microsoft não desistiu do seu nobre sonho de tornar a internet um local mais seguro e desenvolver um serviço que para proteja a identidade online dos usuários. 2008 marcou o início do U-Prove pois foi o ano em que a MS comprou a Credentica, empresa que produzia o U-Prove. Em 2010 a MS disponibilizou a tecnologia de encriptação, com código aberto, e, em 2011 usou a plataforma como um programa piloto para criar cartões virtuais de identidade para estudantes universitários suecos e gregos. Mesmo com todas essas tentativas, o U-Prove nunca decolou.

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Windows Media Server (WMS) – 2000 ~ 2008 (9 anos) – Serviço que permitia às empresas que transmitissem uma enorme quantidade de vídeos ao vivo pela internet. Algo muito comum, hoje, com as transmissões via YouTube, por exemplo, na época, esta aplicação não foi adotada pelos clientes corporativos tanto quanto a companhia esperava. A tecnologia ainda tinha meios de fazer gravações forçar a autenticação, impor limites de conexões, restringir acesso, usar protocolos múltiplos, gerar estatísticas de uso, etc. Ao ver que a iniciativa não emplacava, o WMS foi trocado pelo protocolo Real Time Streaming, e posteriormente remanejado para o Azure, a nuvem da MS, com o respectivo lançamento do Azure Media Services (que não suporta a tecnologia WMS). Embora não seja distribuído nos sistemas operacionais da empresa desde 2008, o WMS ainda pode ser baixado gratuitamente no site da Microsoft.

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Games for Windows Live – 2007 ~ ? (9 anos até agora) – O que você acha de um sistema de jogos que limita o número de instalações de um game que você pagou para ter? Além disso, para jogar, o usuário ainda necessita passar por um sistema – bastante demorado – de autenticação. Mais uma: os jogos precisam de chaves para rodarem, até aí tudo bem, nenhuma novidade, o problema é que o serviço da MS apresentava muitos erros, fazendo com que aqueles que pirateavam os games conseguissem instalar e jogar muito mais rapidamente do que aqueles que pagavam pelo jogo. Ainda está em atividade, com muitos dos bugs corrigidos, mas não adianta, a má fama irá acompanhar o serviço de jogos da Microsoft por um bom tempo.

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Windows Mobile – 2000 ~ 2010 (11 anos) – Esse já nasceu morto. Lançado no início dos anos 2000, foi a primeira tentativa de um sistema operacional da Microsoft para celulares e similares. O primeiro release, inclusive, rodava em um concorrente do Palm, e também usava caneta para acessar as diversas funções. No entanto o fracasso deste item não pode ser apontado apenas à MS, o aparelho que o rodava o Windows Mobile não acompanhava o desempenho do rival, além de também perder contra o novíssimo BlackBerry, que além de não usar a caneta stylus (perda de tempo para muitos) ainda tinha acesso a e-mails e era um telefone celular. A Microsoft até tentou transformar o Mobile em um SO voltado a smartphones, mas a tecnologia já estava ultrapassada e o software acabou sendo aposentado em prol do Windows Phone.

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Office Live – 1998 ~ 2011 (14 anos) – Outra tentativa frustrada de combater os produtos do Google na nuvem, este serviço da MS permitia aos seus usuários enviar e visualizar arquivos e nada mais. Se você quisesse edita-los tinha de baixar para sua máquina, fazer a edição, subir novamente e enviar ao seu colega. Complicado, certo? Pois apostamos que esse foi o motivo pelo qual ele não vingou. Ele era mais um backup na nuvem. Outro detalhe: Ele só era “usável” por aqueles que já tivessem comprado a suíte Office. Também foi substituído pelo Office 365.

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Tablet PC – 2002 ~ ? (14 anos até agora) – 9 anos antes de Steve Jobs mudar o mundo como interagimos com o mundo virtual, lançando o iPad, Bill Gates já havia feito a previsão: “Eles serão o futuro [...] serão mais populares do que os PC’s vendidos na América”. A MS apostaria forte na ideia, lançando inclusive uma versão especial do XP, a Windows XP Tablet PC Edition. Bill Gates estava certo, mas na hora errada. Os tablets só foram emplacar com o lançamento da empresa da Maçã.

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Internet Information Services (IIS) – 1996 ~ em operação (18 anos) – Embora ainda em atividade, o IIS mereceu fazer parte de nossa lista por ser um retumbante fracasso. Introduzido no Windows Server NT 4.0, esta aplicação da Microsoft inclui é servidor web que não deu muito certo. Utilizado em pouco mais de 10% dos sites. O motivo pelo qual, talvez não tenha emplacado, é que a licença do mesmo é paga, enquanto o Apache, principal concorrente, e servidor usado por 65% dos sites e baseado em Linux, seja gratuito.  O IIS suporta os  formatos HTTP, HTTPS, FTP, FTPS, SMTP e NNTP.

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Microsoft Money – 1991 ~ 2009 (19 anos) – Apesar da longa duração, é bem provável que você nunca tenha nem ouvido falar deste produto. Em um mercado de finanças pessoais, dominado pela Intuit, que vendia o software Quicken, a Microsoft até tentou, por anos, apresentando inovações, resistindo bravamente, porém sem sucesso. Ninguém usava o software.

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E aí, pessoal. Concordam? Discordam? Acham que faltou algum produto? Conte para a gente nos comentários, logo abaixo.

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