F8: WhatsApp recebe stickers e videoconferência em grupo

As chamadas em grupo e os adesivos devem chegar nos próximos meses ao aplicativo.

Por | @ingridjank WhatsApp

Foi anunciado no dia 1º deste mês, durante a conferência para desenvolvedores, a F8, promovida pelo Facebook, que o WhatsApp logo irá receber a possibilidade de realizar videoconferências em grupo e stickers, que são os adesivos ou figurinhas que já são usados pelo mensageiro Telegram e Messenger.

As duas novidades estão previstas para chegarem nos próximos meses ao WhatsApp. Mubarik Imam, a diretora do aplicativo, disse não ter muitas informações detalhadas sobre como será o funcionamento das videochamadas em grupo, mas em um vídeo publicado é possível ver que será permitido chamadas entre 4 integrantes.

Imam ainda revelou que até agora, o WhatsApp teve mais de 450 milhões de usuários diários, juntando mais de 2 bilhões de minutos de chamadas de vídeo e áudio que são feitas através do aplicativo todos os dias.

Reprodução de como podem ser os adesivos. (Imagem: The Verge)Reprodução de como podem ser os adesivos. (Imagem: The Verge)

Sobre os stickers, ou adesivos, será permitido que outras pessoas possam desenvolver sua própria coleção de adesivos e mandá-las para quem quiser. O mensageiro do Facebook ainda revelou que começa a expandir parte dos seus recursos para o mundo dos negócios, lançando o WhatsApp para empresas.

O lançamento aconteceu no início deste ano e funciona apenas para Android em modo gratuito. No entanto, o app pode começar a cobrar as grandes marcas para obter vantagens que podem auxiliar no ganho de dinheiro e de mais clientes.

Outro acontecimento da conferência F8 foi a saída de Jan Koum, o cofundador e CEO do WhatsApp. Ele confirmou sua saída em um depoimento postado em sua conta pessoal no Facebook, em que diz: “Já faz quase uma década desde que Brian e eu começamos o WhatsApp, e tem sido uma jornada incrível com algumas das melhores pessoas. Mas é hora de seguir em frente.”

Na mensagem não fica claro quais os motivos da saída, mas os boatos são de que ocorreram desentendimentos em relação à forma de ganhar dinheiro pelo aplicativo e também o modo com que os dados dos usuários são preservados.

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Fontes: TechTudo e The Verge

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