Donos de Galaxy Note 7 dizem que Samsung se recusa a pagar por prejuízos

Clientes estão criticando a empresa por estar, supostamente, dificultando, ou mesmo negando a pagar pelos danos causados por unidades explosivas do smartphone.

Por | @RafaelaPozzebon Smartphones

Como bem sabemos, a Samsung encerrou a fabricação e vendas do seu Galaxy Note por medidas de segurança, já que, muitos aparelhos acabaram incendiando após explosões. No entanto, mesmo com o produto fora de circulação, os problemas continuam para a companhia sul-coreana.

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Clientes estão criticando a empresa por estar, supostamente, dificultando, ou mesmo negando a pagar pelos danos causados por unidades explosivas do smartphone.

John Barwick, que mora nos Estados Unidos, contou ao jornal The Guardian sobre a experiência que teve com o seu Galaxy Note 7. De acordo com ele, a Samsung se prontificou a reembolsá-lo pelo aparelho, porém, não quis pagar pelos itens que o fogo do aparelho acabou danificando.

“Eles me disseram que não iriam pagar os custos para trocar meus itens danificados”, disse Barwick. Segundo ele, o seu Galaxy explodiu durante a madrugada e queimou parte de sua cômoda, e ainda respingou compostos químicos na cama, carpete e cortina. O prejuízo pode chegar a US$ 9 mil, porém, a Samsung disse que não irá arcar com os custos extras.  "Não estamos pedindo uma quantidade muito grande de dinheiro para ficarmos ricos com isso. Só queremos ser ressarcidos", disse.

O norte-americano Wesley Hartzog, outro consumidor, que trabalha como bombeiro, disse que o fogo causado pelo Galaxy Note 7 pode ter desencadeado o fogo que destruiu parte da sua garagem, danificando várias coisas, incluindo uma moto e uma bicicleta.

Shawn Minter, outra vítima do Galaxy, também tem enfrentado problemas com a Samsung. Ele disse que a empresa demorou para responder sobre o episódio que acabou danificando a tampa da sua mesa de trabalho após explosão do aparelho. Quando responderam, eles se mostraram interessados em apenas retirar o Galaxy. "Depois que disse a eles que levaria o aparelho para o CPSC [órgão de defesa do consumidor nos EUA], eles não responderam mais".

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