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Empresas de tecnologia se unem contra discurso de ódio na internet

O acordo das companhias com a União Europeia não é jurídico, assim sendo, elas não serão punidas ou terão que pagar multas em casos de racismo online.

Por | @oficinadanet Redes sociais Pular para comentários

Facebook, Twitter, Microsoft e Google afirmaram nesta terça-feira (31), através de nota que irão concordar com a regulação proposta pela União Europeia para combater com a propaganda terrorista em suas redes sociais.

Com isso, elas farão parte de um novo código de conduta com o objetivo de lutar contra as ofensivas criminosas. As regras também obrigam as empresas a identificar e promover “contra-narrativas independentes” para assim pode enfrentar os discursos bem como as propagandas de ódio contra as minorias.

Empresas de tecnologia ajudarão a identificar discursos de ódio que ocorrem nas redes sociais.
Empresas de tecnologia ajudarão a identificar discursos de ódio que ocorrem nas redes sociais.

 "Continuamos empenhados em deixar o fluxo de tuítes. No entanto, existe uma clara distinção entre a liberdade de expressão e a conduta que incita à violência e ódio", disse Karen White, diretora do Twitter na Europa. "Temos sistemas eficientes para rever notificações válidas em menos de 24 horas e para remover o conteúdo ilegal", disse Lie Junius, diretor de relações com o governo do Google.

"Se encontrarem o conteúdo que eles acreditam violar nossas normas, para que possamos investigar. Nossas equipes de todo o mundo reverão esses relatórios e agirão rapidamente", disse Monika Bickert, chefe de gestão de política global no Facebook.

"Nossos termos de uso proíbem a defesa da violência e do discurso de ódio sobre os serviços Microsoft. Recentemente, anunciamos medidas para proibir a publicação do conteúdo do terrorismo. Continuaremos a oferecer uma maneira de nos avisar quando eles pensam que a nossa política está sendo quebrada", mencionou em nota John Frank, vice-presidente de Assuntos Europeus do Governo na Microsoft.

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