Fundador da Oculus VR está sendo acusado de violar informações confidenciais

Palmer Luckey está sendo acusado mais uma vez por violação de informações; a acusação desta vez é em relação a um acordo firmado com sua antiga empregadora. A acusação alega que o fundador da Oculus VR está repassando informações confidenciais.

Por | @oficinadanet Tecnologia

De acordo com informações do Reuters, o fundador da fabricante de óculos de realidade virtual, Oculus VR, adquirida pelo Facebook em março de 2014, pelo valor de US$ 2 bilhões, está sendo acusado de repassar informações confidenciais quando ainda trabalhava em uma empresa havaiana. Não é a primeira vez que a empresa se envolve em encrencas.

Palmer Luckey, fundador da Oculus VR Inc. está sendo processado por repassar informações confidenciais de uma companhia do Havaí, a "Total Recall Technologies", que está acusando o mesmo por violar um termo de confiabilidade assinado por ele há alguns anos, quando Palmer ainda era colaborador da empresa.

Palmer foi contratado há mais ou menos quatro anos atrás para desenvolver uma nova tecnologia de realidade virtual para a companhia acima mencionada, na verdade, Palmer foi contratado em 2011 para construir um protótipo de uma tela para ser usada na cabeça. Entre 2011 e 2012, o fundador da Oculus VR havia recebido informações para melhorar o projeto da tela, em que a Total Recall Technologies alega que foi privada de algumas informações do projeto; o estranho de tudo isso, segundo a acusação, é que o fundador da Oculus VR assim que saiu da empresa criou uma campanha no Kickstarter para arrecadar dinheiro e com isso criar o seu próprio dispositivo de realidade virtual, o hoje conhecido como "Oculus Rift".

Fundador da Oculus VR está sendo acusado de violar informações confidenciais

A ação por parte da Total Recall Technologies, foi apresentada no Tribunal Distrital da Califórnia, nos Estados Unidos alegando que o fundador da Oculus VR quebrou contrato com a companhia havaiana, utilizando-se de tecnologia que a pertence e agora a companhia havaiana quer cobra valores compensatórios e punitivos, sem informar valores específicos.

Até o início desta semana, Palmer não havia se manifestado a respeito da  ação movida pela sua empregadora; representantes do Facebook também não se manifestaram em relação ao assunto.

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