Empresa holandesa lança o primeiro "baseado" eletrônico

Cigarro eletrônico de maconha pode ser recarregado.

Por | @oficinadanet Tecnologia

Você é a favor da liberação da maconha? No Brasil, adeptos e simpatizantes da erva costumam fazer passeatas, as chamadas "Marchas da maconha" para que o governo libere o seu uso. Pois bem, de acordo ou não, já há no mercado uma opção menos agressiva para quem não abre mão do cigarro.

A startup holandesa E-Njoint BV criou o primeiro cigarro eletrônico de maconha, que já está fazendo bastante sucesso em bares, boates, e em festas na Europa. Conforme o jornal Daily Mail, o produto é totalmente legal, já que não contém THC, o princípio ativo da planta Canabbis sativa.

"A Holanda já é conhecida no mundo por sua atitude tolerante e liberal com relação às drogas leves, sendo que a introdução deste novo produto defende claramente esta posição", disse o CEO da E-Njoint, Menno Contant, de acordo com o "The Mirror". "Desde que você não perturbe ou prejudique outras pessoas e se mantenha dentro dos limites legais, tudo ficará bem".

O e-cigarro pode ainda ser encontrado em seis sabores de frutas, incluindo melancia, maracujá, cereja, maçã-verde, entre outros e custa em média 7 euros (cerca de R$ 26).

Empresa holandesa lança o primeiro "baseado" eletrônico

O E-Njoint pode ser recarregado e assim, preenchido com um concentrado líquido de Canabbis. Conforme os seus fundadores, a produção diária chega a 10 mil unidades de cigarros eletrônicos.

A startup disse ainda que a empresa especializada no uso da maconha para fins medicinais, a Tikun Olam, está interessada na produção de cigarros para a saúde.

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