Reclamações para Anatel continuam em queda

Os dados divulgados pela agência revelam que os números continuam em queda, sendo que em setembro deste ano foram registradas 264.2 mil reclamações.

Por | @oficinadanet Anatel

De acordo com dados divulgados pela Anatel, no último mês de setembro, ao que tudo indica, os usuários não tiveram muito do que reclamar dos serviços de telefonia móvel, fixa, banda larga e TV por assinatura pelas operadoras.

Os dados divulgados pela agência revelam que os números continuam em queda, sendo que em setembro deste ano foram registradas 264.2 mil reclamações. Os números recentes mostram uma redução de 35.9 mil queixas, ou seja, 12.0% a menos se comparado ao mesmo período do ano passado.

Reclamações para Anatel continuam em queda.Reclamações para Anatel continuam em queda.

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Segundo a Anatel, a maior queda foi registada no setor de telefonia móvel, com menos 32.1 mil reclamações no mês (-15,3%), seguida pela telefonia fixa, com redução de 9.4 mil (-13,7%), da TV por Assinatura menos 2.1 mil (-5,7%), e da banda larga fixa com redução de 1.1 mil reclamações (-2,6%).

Como resultado, praticamente todas as operadoras em quase todos os serviços prestados tiveram queda. A NET foi a exceção, que apresentou aumento das reclamações tanto na banda larga fixa, com acréscimo de 20,5%, bem como a TV por assinatura, com aumento de 10,1%, e ainda da Sky, com soma de 0,4%.

A Vivo foi a operadora que registrou a maior queda no número de reclamações, (-27.7%), seguida pela Nextel (-16.6%), Claro (-15.7%), Oi (-13.4%), e TIM (-6.1%). Na banda larga fixa, a Oi apresentou queda (-12.8%), seguida da Vivo (-6.7%).

No que diz respeito a telefonia fixa, a Vivo também teve redução das reclamações -15.4%); a Oi (-14.7%) e Net (-8.5%). Na TV por assinatura, a maior queda percentual ficou com a Oi (-23.1%), seguida do grupo NET/Claro (-5.5%), e da Vivo (-3.9%). A  NET, por sua vez, apresentou crescimento de 10.1%.

O novo relatório da Anatel mostra que a cobrança indevida foi o que mais gerou reclamações na TV por Assinatura (50.3%), na telefonia móvel pós-paga (48.5%) e na telefonia fixa (42.2%).

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