A Xiaomi apresentou na China dois novos tablets de alto desempenho: o Xiaomi Pad 9 e o Xiaomi Pad 9 Pro, que chegam como opções mais convencionais da família depois do lançamento do Pad 9 Pro Max. O Pad 9 é mais compacto e utiliza o Snapdragon 8s Gen 4, enquanto o modelo Pro sobe de categoria com o Snapdragon 8 Gen 5, mais memória RAM e uma bateria maior.
Xiaomi Pad 9
O Xiaomi Pad 9 traz uma tela de 11,2 polegadas, com resolução 3,2K e taxa de atualização adaptativa de até 144 Hz. O painel também alcança brilho máximo de 1.000 nits.
Por dentro, o aparelho utiliza o Snapdragon 8s Gen 4, acompanhado de até 12 GB de RAM. Segundo a fabricante, a configuração de 12 GB utiliza memória LPDDR5T a 9.600 Mbps, enquanto a versão de 8 GB utiliza LPDDR5X a 8.533 Mbps. O armazenamento também tem duas versões: a de 256 GB utiliza UFS 4.1, enquanto o modelo de 128 GB fica com UFS 3.1.
A bateria tem 9.720 mAh e suporta carregamento rápido de 45 W. Também é possível utilizar o tablet para recarregar outros dispositivos por meio da recarga reversa de 22,5 W.
Mesmo sendo o modelo mais simples da dupla, o Pad 9 tem construção fina, com apenas 5,75 mm de espessura, além de quatro alto-falantes e quatro microfones.
Xiaomi Pad 9 Pro
O Xiaomi Pad 9 Pro aumenta praticamente todos os números do modelo convencional. A tela passa para 12,5 polegadas, mantendo a resolução de 3,2K, os 144 Hz adaptativos e o brilho máximo de 1.000 nits.
O grande diferencial está no processamento. O tablet é equipado com o Snapdragon 8 Gen 5 e pode ser configurado com até 16 GB de RAM LPDDR5T, com velocidade de 9.600 Mbps. A opção de 8 GB utiliza LPDDR5X a 8.533 Mbps.
O armazenamento chega a 256 GB e utiliza UFS 4.1, com exceção da configuração de 128 GB, que utiliza UFS 3.1.
A bateria também cresce para 11.000 mAh, com carregamento de 67 W e recarga reversa de 22,5 W. Segundo a Xiaomi, a capacidade é suficiente para até 14,5 horas de reprodução de vídeos curtos e até 20 horas de reuniões online.
O conjunto de áudio também é mais completo: são seis alto-falantes e quatro microfones. Mesmo com a tela maior e a bateria mais robusta, o corpo tem apenas 5,8 mm de espessura.
HyperOS 4 e inteligência artificial são destaque
Os dois tablets saem de fábrica com o Xiaomi HyperOS 4 e foram desenvolvidos para funcionar também como ferramentas de produtividade.
A Xiaomi destaca o suporte a aplicativos voltados para uma experiência próxima à de um computador, incluindo WPS para Pad, Jianying Pro, PixelCake, ZWCAD e CAJ Reader.
A dupla também incorpora o Super XiaoAI 2.0, assistente de inteligência artificial da Xiaomi. Entre as funções prometidas estão criação de apresentações, páginas da web e vídeos, além de recursos para executar tarefas entre diferentes dispositivos e transferir arquivos pelo ecossistema da marca.
Parte das ferramentas de IA ainda será liberada por meio de uma atualização até o fim de setembro. Os dois modelos também são compatíveis com a Xiaomi Focus Stylus Pro, permitindo utilizar os tablets para anotações, desenho e outras tarefas que dependem de caneta.
O Xiaomi Pad 9 será vendido nas cores Prata, Verde Cedro Nublado, Preto e Rosa Pêssego Gelado. Já o Xiaomi Pad 9 Pro chega nas opções Prata, Verde Cedro Nuvem e Preto. Há ainda versões Soft-Light Edition, voltadas para quem prefere uma tela com acabamento que reduz reflexos.
Preço e disponibilidade
Por enquanto, os Xiaomi Pad 9 e Pad 9 Pro foram anunciados apenas para o mercado chinês, onde as pré-vendas já começaram. Em conversão direta, os valores ficam aproximadamente assim:
Xiaomi Pad 9
- 8 GB + 128 GB: CNY 2.999 — cerca de R$ 2.160
- 8 GB + 256 GB: CNY 3.299 — cerca de R$ 2.375
- 12 GB + 256 GB: CNY 3.799 — cerca de R$ 2.735
- Soft-Light 8 GB + 256 GB: CNY 3.499 — cerca de R$ 2.520
Xiaomi Pad 9 Pro
- 8 GB + 128 GB: CNY 3.799 — cerca de R$ 2.735
- 8 GB + 256 GB: CNY 4.099 — cerca de R$ 2.950
- 12 GB + 256 GB: CNY 4.599 — cerca de R$ 3.310
- 16 GB + 256 GB: CNY 4.999 — cerca de R$ 3.600
- Soft-Light 12 GB + 256 GB: CNY 4.799 — cerca de R$ 3.455
Os valores em reais são apenas uma conversão direta da moeda chinesa, sem considerar impostos, frete, taxas de importação ou outros custos. Até o momento, não há confirmação de lançamento internacional ou de preço oficial para o mercado brasileiro.





