O Galaxy Watch Ultra 2 foi anunciado em julho de 2026, junto com a leva de dobráveis, e a chegada às lojas tá prevista para 7 de agosto. No corpo, ele mede 47,4 x 47,1 x 10,7mm e pesa 61,5g, com moldura de titânio grau 4, vidro de safira na frente e traseira em cerâmica/safira. A resistência é um dos pontos fortes da ficha: certificação IP68/IP69K, padrão militar MIL-STD-810H, ECG certificado e homologação para mergulho até 40 metros pela norma EN13319, o que mostra que a Samsung continua mirando o público de esportes mais radicais com esse modelo.
Na tela, é um AMOLED de 1,52 polegada com resolução de 498 x 498px, cerca de 327 ppi, protegido por vidro de safira. O brilho de pico chega a 5.000 nits, número bem alto até para padrão de relógio, o que na prática deve significar boa visibilidade em luz direta do sol, um ponto que costuma pesar bastante em relógios esportivos.
Por dentro, roda Wear OS 7 com One UI Watch 9, em cima do novo chip Snapdragon SW6100 Wear Elite, de 3nm e cinco núcleos. São 64GB de armazenamento com 2GB de RAM, sem câmera, como já era de se esperar num relógio. Na conectividade, tem Wi-Fi dual-band, Bluetooth 6.0, eSIM, NFC e GPS de dupla frequência (L1+L5) somado a GLONASS, Galileo e BDS, o que tende a deixar a localização bem mais precisa em trilhas e áreas com prédios ao redor. Não tem porta USB, então a carga é só por indução.
No quesito sensores, vem completo: frequência cardíaca, SpO2, temperatura corporal, temperatura da água, sensor BioActive, barômetro, altímetro e bússola. A bateria é de 800mAh com química silício-carbono, carregando em 10W sem fio. Confesso que sem o número do Ultra 1 na mão fica difícil dizer se essa capacidade representa evolução real ou não, mas se você mandar a ficha do primeiro Ultra eu monto o comparativo completo, no mesmo formato que fizemos com os Folds.











