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Polícia chega em funeral para desbloquear celular de defunto

O caso ocorreu na cidade de largo, na Flórida, em que um homem morreu após fugir de uma blitz ao ser baleado.

Por | @oficinadanet Smartphones Pular para comentários

O desbloqueio de celulares através da digital do usuário garante uma segurança extra às informações contidas no aparelho. Em alguns casos, acessar o conteúdo do aparelho é algo realmente importante para a polícia, principalmente se o usuário é alvo de alguma investigação.

Caso a pessoa investigada não tenha tinha muita sorte e acabou falecendo, a polícia tem tentado desbloquear o aparelho através do uso das digitais da pessoa, mesmo morta. No entanto, um caso acabou chamando a atenção, já que os investigadores foram ao funeral para tentar desbloquear o aparelho do defunto.

Ilegal? Polícia vai até funeral para pegar digitais de homem que faleceu após não parar em blitz. A suspeita era de que ele estivesse envolvido em tráfico de drogas.Ilegal? Polícia vai até funeral para pegar digitais de homem que faleceu após não parar em blitz. A suspeita era de que ele estivesse envolvido em tráfico de drogas.

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O caso ocorreu na cidade de largo, na Flórida, em que um homem morreu após fugir de uma blitz ao ser baleado. A polícia suspeitou que a fuga poderia estaria ligada ao tráfico de drogas e que o smartphone da vítima poderia solucionar o caso.

A grande questão é que o aparelho estava bloqueado com as digitais do acusado.

Por conta disso, dois detetives responsáveis pela investigação acabaram indo até a casa funerária, onde o defunto estava sendo velado pela namorada, para tentar desbloquear o seu aparelho com a digital. Por fim, eles não conseguiram, mesmo chegando de surpresa, para evitar que provas fossem descartadas.

Por mais que muitos poderiam considerar o caso um absurdo, e até mesmo falta de respeito com a família do morto, a atitude dos policiais não foi ilegal, já que o direto a privacidade acabou com a morte do acusado, e assim não necessitando um mandato de busca.

Vale mencionar que este não é primeiro caso e, certamente não será o último, que a polícia usou as digitais de algum suspeito que já tenha falecido para desbloquear o aparelho.

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