Empreendimentos nocivos

Com foco no resultado sem medir consequências, dado ao amparo jurídico das novas empresas, muitos dos novos empreendimentos terão como objetivo desestruturar empresas e setores, sociedade e governo, em nome da inovação e facilidades.

Por | @oficinadanet Empreendedorismo

Há uma ascensão de empreendimentos revolucionários, geralmente provenientes de startups, mas com foco agressivo no resultado, lucro, dado a característica do negocio, capitais de investimentos privado em geral e ser focado em inovação: transformação de setores de negócios, governo e sociedade. Em muitos destes empreendimentos, a ética não existe, portanto, haverá prejuízos em setores privados ou estatais ou áreas e sociedades desprovidas de proteção jurídica. Exemplo: UBER e Pokémon GO. (Gazetaonline: Adolescente de Vitória quase foi atropelado 4 vezes caçando pokémons - 04/08/2016), (Fabio Roberto Noticias: 06 jovens morrem após caçar pokémon em rodovia - 10/08/2016).

Com a banalização da vida e das culturas, poderá existir startups com objetivo de extrair tudo o que for possível do seu próximo de forma sutil em troca de pontos ou produtos e outras startups com objetivo de perseguir zumbis reais e mata-lo, em troca de pontos que podem ser trocados por produtos da moda. O caos que nos rodeia causa espanto, e perceber que os zumbis de jogos virtuais e filmes são as próprias pessoas enclausuradas em problemas socioeconômicos, com transtornos psíquicos e que, em muitos casos, tiram suas próprias vidas ou a de outros. Os jogos virtuais, Death Race e Carmagedon, apesar de polêmicos, tiveram uma boa plateia e admiradores, assim como Doom, Duken Nuken 3D, Counter Strike e, nos tempos atuais, o The Walking Dead e muitos outros semelhantes. O documentário Bowling for Columbine (Tiros em Columbine) apresenta uma visão de violência quando a sociedade é sugestionada através de mecanismos existentes e não se apercebem de seus erros.

Empreendimentos nocivos
Crédito excessivo as inovações tecnológicas e refugo para os problemas da vida

No mundo globalizado, a miséria e a fome não foram banidas, pois estas geram lucros assim como relatadas em filmes como O Senhor das Armas, lançado em 14 de outubro de 2015; Diamante de Sangue, 05 de janeiro de 2007 e Syriana – A indústria do Petróleo, de 10 de fevereiro de 2016 e também relatadas por repórteres através de livros como os de Jean Ziegler e Daniel Estulin e documentários a respeito, como ZeitGeist.

Se os senhores do mundo, governos e oligarquias industriais do primeiro e terceiro mundo não hesitam em praticar o mal, não se importando quais serão os prejudicados, criatividade não faltará para novos empreendimentos que poderão camuflar guerras civis, empreendimentos que, alias, já existem nitidamente com o avanço da robótica/mecatrônica, e outros processos de automação das atividades humanas em qualquer setor e área de conhecimento.

Longe de pensar em teorias da conspiração - a conspiração existe! Imagine um mundo sem empregos devido a automação de tudo... nem os defensores da meritocracia, bandeiras partidárias políticas e de empresas privadas/estatais sobreviverão.

“Rees descobriu que o mundo do irreal podia criar-se: o grupo social. Obriga-se uma pessoa a transferir sua identidade para a do grupo, no qual é submetida às formas mais extremas de sugestão. Sempre que se destruía o sentido de identidade real dessa pessoa, poder-se-ia manipulá-la como se fosse uma criança.

Rees e Tavistock compreederam, graças a muitos esforços que tinham dedicado ao trabalho com grupos, que a manipulação baseada na concepção burguesa de que o mundo exterior é algo mágico é fundamental para controlar as massas. Ou seja, o Instituto pôs-se a procurar métodos com os quais poderia manipular as populações, explorando sua ideologia. Primeiro, criando numerosos grupos sociais e, depois, colocando esses grupos numa situação competitiva. Fazendo com que todas as vitórias dependessem exclusivamente de vencer às custas dos grupos, poderia estabelecer-se uma ordem social fascista. A única coisa que se exigia era atacar a população objecto, empregar um arsenal de armas sociológicas e psiquiátricas que tivessem como efeito pôr uns contra os outros. Uma raça contra a outra, um grupo linguístico contra o outro, os <> das mulheres contra a <> dos homens. Isto para depois subdividir estes grupos em categorias profissionais, etc., e depois subdividi-los em pequenos grupos com interesses territoriais, por comunidades, de tal forma que as forças militares <controlo sociológicas e psiquiátricas.>> Um dos usos que os lavadores de cérebros de Tavistock deram a estas políticas foi para aumentar a produtividade e intensificar o rendimento da mão de obra à custa da saúde das pessoas. Por outras palavras, os Rockfeller induziram a destruição automotivada do eu, uma sociedade de zombies com o cérebro lavado, que se contentava em subsistir à beira da fome e que cometia actos de sodomia sadomasoquista para uma espécie de holocausto psicótico perceptivelmente irracional... Num ambiente de diminuição em espiral dos rendimentos económicos e das condições de trabalho, sugere-se, como meta do grupo, um aumento cada vez maior da produtividade, com frequência as custas da segurança e do bem estar psicológico dos membros do grupo. A quem protestar, diz-se que não se adaptou bem.... Ao atacar a identidade soberana de um membro do grupo, essa pessoa entregava a sua soberania ao grupo e voltava a ser susceptível de ser sugestionada para lutar pelos objetivos predeterminados. Estas técnicas tiram proveito dos sentimentos de culpa, vergonha e remorso da pessoa vulnerável, à força do martelo e escalpelo.” (Estulin,D. O instituto Tavistock - as forças ocultas que nos controlam. Portugal 2012, páginas 34,35.)

“A mão de obra escrava e o sistema de campos de extermínio dos nazis não são raridades caprichosas de Hitler e seus sócios, são sim uma expressão intrínseca das políticas fundamentais de toda a economia de “crescimento zero”. É impossível iniciar políticas de crescimento zero hoje sem provocar um genocídio em massa amanhã.” (Estulin,D. O instituto Tavistock - as forças ocultas que nos controlam. Portugal 2012, página 37.)

Leia também meu outro artigo recente: Empresas que não conseguem se inovar.

Fontes: O&G, Z. Jean

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