Oficina da Net Logo

Ordem judicial obriga YouTube remover vídeo de Nissim Ourfali

Em pouco tempo, o vídeo atingiu 3 milhões de visualizações e acabou gerando inúmeros comentários, bem como algumas paródias.

Por | @oficinadanet Redes sociais Pular para comentários

Muitas pessoas já devem ter visto o garoto Nissim Ourfali na web. Porém, o vídeo em que ele aparece cantando sobre a sua família, gostos pessoais e ainda cita a Praia da Baleira, deverá sair do ar, já que a justiça de São Paulo determinou que o YouTube remova a sua aparição.

O vídeo foi feito em 2012 e publicado pelo pai do menino. O vídeo era para ser privado, e aparecer somente para o Bar Mitzvah do jovem, porém, acabou viralizando na web, já que ele foi marcado como público no YouTube.

Em pouco tempo, o vídeo atingiu 3 milhões de visualizações e acabou gerando inúmeros comentários, bem como algumas paródias.

Vídeo viralizou na internet. Família quer retirar conteúdo do ar.
Vídeo viralizou na internet. Família quer retirar conteúdo do ar.
Leia em destaque: O #10YearsChallenge é treta?.

O processo tramita sobre segredo de justiça e ainda cabe recurso. Até então, a batalha judicial já deu ganho de causa tanto para a empresa como também para a família de Ourfali. A solicitação é que todos os conteúdos com voz, imagem ou mesmo o nome de Nissim Ourfali sejam apagados.

Os vídeos de Nissim Ourfali ainda continuam no ar no YouTube. Nos comentários é possível ver várias versões. Caso o Google perca o processo, os internautas disseram que possuem cópias e que estas serão publicadas.

Em nota, o Google afirmou que vai recorrer. "O Google entende que a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo não observou a jurisprudência pacífica do STJ sobre a matéria, que reconhece a necessidade de indicação das URLs específicas do conteúdo para que seja possível fazer a remoção. O Tribunal também não aplicou o Marco Civil da Internet, que é o marco legal da matéria e também determina a indicação precisa da URL para permitir a remoção. Em razão disso, o Google recorrerá da decisão", diz a empresa.

Comentários
Carregar comentários