Nasa desmente boato sobre colisão de asteroide com a Terra

"Não há nenhuma base científica - nenhuma evidência - de que um asteroide ou outro objeto celeste irá atingir a Terra nestas datas", declarou o gerente do projeto de Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato, Paul Chodas.

Por | @oficinadanet Ciência

Um boato que vem circulando nos últimos dias tem assustado muita gente, tanto que a Nasa precisou intervir no assunto. De acordo com várias publicações, um asteroide de grande proporção se chocaria com a Terra em setembro, ou seja, no próximo mês. O local atingido seria grande parte das Américas, causando uma enorme destruição.

Porém, de acordo com a Nasa, a informação veiculada em vários sites e blogs não possui qualquer embasamento teórico. O Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em um comunicado nesta semana, precisou esclarecer o boato, para que as pessoas ficassem mais tranquilas.

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"Não há nenhuma base científica - nenhuma evidência - de que um asteroide ou outro objeto celeste irá atingir a Terra nestas datas", declarou o gerente do projeto de Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato, Paul Chodas.

Conforme ainda o laboratório, todos os asteroides considerados potencialmente perigosos possuem menos de 0,01% de chance de impactar a Terra nos próximos 100 anos.

"Se existisse algum objeto grande o suficiente para fazer esse tipo de destruição em setembro, teríamos visto alguma coisa agora", disse.

A Nasa menciona ainda sobre as previsões feitas nos anos anteriores, incluindo calendário maia, que não tinham nenhum aparato científico, bem como apoio da ciência.

"Mais uma vez, não existe nenhuma evidência de que um asteroide ou qualquer outro objeto celeste está em uma trajetória que impactará a Terra", disse Chodas.

A Nasa mantém o programa de Observação de Objetos Próximos da Terra, chamado de “Guarda Espacial”. Tal iniciativa usa telescópios localizados na Terra e no espaço para detectar e também rastrear asteroides e cometas que alcançam uma distância de cerca de 48 milhões de quilômetros do planeta.

Até então, o que aparece em rota de colisão com a Terra "meteoritos inofensivos" e "asteroides minúsculos" que acabam incendiando ao entrar na atmosfera.

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