7 dicas para se relacionar bem com a internet

A internet tem tomado conta da vida e do cotidiano da população, tornando-as dependentes de seus serviços, redes sociais e disponibilidades de informação. Porém, deve-se ter uma relação saudável com ela para que isto não se torne uma doença.

Por | @oficinadanet Internet

A disseminação da internet e seus crescentes lançamentos, melhorias e facilidades de acesso, vêm causando uma série de preocupações devidas à extrapolação no acesso a rede. Atualmente as pessoas estão cada vez mais se distraindo de suas tarefas cotidianas de trabalho, ou de estudo, para ficar maior tempo “conectado” na internet. Com a popularização das redes sociais, por exemplo, este quadro se agravou mais, pois, devido ao lançamento destas ser algo novo e inédito para os usuários, houve pessoas que passaram a dedicar a maior parte de seu dia para atualização de seus perfis.

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O termo “uso saudável da tecnologia”, por sua vez, consiste em analisar de que forma o usuário está fazendo uso da rede, das tecnologias no seu dia a dia, se este apresenta alguma dependência extrema para com o uso do serviço ou consegue ficar algum tempo desconectado sem entrar em pânico. Hoje, por causa dos smartphones e dos outros tantos aparelho móveis com acesso a rede de que dispomos, a internet ficou ainda mais acessível e, consequentemente, mais imersa na vida da população.

Mas quando o uso extrapolado da internet passa a ser uma doença?

Sabe-se que detectar o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da rede para se tornar um dependente da mesma, não é uma tarefa fácil. Pois, na maioria dos casos, a internet passa de útil e divertida, para ganhar um espaço central na vida da pessoa, a ponto de sua vida longe da rede ser considerada como "sem sentido". Grande parte dos dependentes apresentam mudanças de comportamento e atitudes, como depressão, fobia social ou algum transtorno de ansiedade, e é neste cenário que os múltiplos usos da rede ganham um valor distorcido. Entre os que já têm o vício, a maior adoração é pelas redes de relacionamento e pelos jogos on-line, sobretudo por aqueles em que não existe noção de começo, meio ou fim.

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Dicas para criar uma relação saudável

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A fim de não se cultivar este vício, esta compulsão para com o uso extrapolado da internet, temos algumas dicas que poderão ajudar você a dosar o seu uso, fazendo com que tenhas o domínio da rede, e não a rede exerça o domínio sobre você.

1- Faça logoff nos site e redes sociais depois de visitá-los: isto fará com que seja necessário realizar toda vez o login ao acessá-los novamente, diminuindo a facilidade no momento da impulsão por informações e atualizações.

2- Tenha mais contatos pessoais: com toda esta tecnologia que nos cerca, os contatos pessoais estão cada vez mais extintos. Portanto, quando estiver com seus amigos, procure desligar seus aparelhos para não ficar preso a eles durante o momento de descontração.

3- Não fique conectado na cama antes de dormir: se você acessa a internet antes de dormir, na cama, não faça isso! Ao fixar muito sua atenção na tela, seja do notebook ou smartphone, pode fazer com que você perca o sono, se distraia até altas horas, tudo lhe proporcionará um noite mal durmida e um baixo rendimento no trabalho do dia seguinte.

4- Faça uma coisa de cada vez: evite fazer várias coisas ao mesmo tempo na internet, isto fará com que se disperse de seu real objetivo e desperdice tempo em atividades supérfluas.

5- Não faça refeições conectado: a hora do almoço foi feita para ALMOÇAR! Deixe o aparelho guardado, saboreie sua comida e aprecie a companhia das pessoas ao seu redor.

6- Procure não ficar conectado de forma integral nas suas contas de e-mail: feche o aplicativo ou aba de e-mail/redes sociais; visualize-os de duas a três vezes por dia e não deixe que eles o movam e lhe torne dependente de suas informações.

7- Enfim, RESPIRE!: procure fazer pequenas experiências, como se manter desconectado por algumas horas, e vá tornando como hábito a redução do uso das tecnologias, não seja ESCRAVO delas!

Conclusão

Toda essa questão e atitudes que, muitas vezes, imperceptivelmente acabamos tomando como hábitos de vida, podem não trazer benefícios como muitos pensam. Acerca do tempo ideal estabelecido por especialistas para se estar “conectado”, existe um consenso razoável de até duas horas diárias, no caso de crianças e adolescentes. E, quanto antes esta ideia de limite for sedimentada, melhor. Pois, desse modo, reduz-se drasticamente a possibilidade de que, no futuro, eles enfrentem o drama vivido hoje pelos jovens viciados. Já, referindo-se a adultos, este deve exercer certo policiamento para com si próprio, estipulando horários, tempos de acesso e se controlando para que não se torne dependente da rede.

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