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Comunicação de qualidade requer empenho

Somos pressionados e conduzidos pela mídia. Enxergamos mais do que devemos, mas fechamos os olhos quando precisamos de verdade nos aprofundar em um contexto real.

Somos influenciados todos os dias por uma publicidade que nos transforma a cada momento. Como diria Kotler, "aquele que não aproveita a oportunidade, passa o resto da vida a pensar nela".

Esperamos demais para nos comunicar ou apenas não sabemos como nos aprofundar no contexto com qualidade?
Acredito que podemos medir como qualificamos e quantificamos a publicidade a partir de uma readequação de costumes e hábitos.

Sejamos práticos: ou somos o fruto do corporativismo que nos mantém como clientes (de fato, o produto final de um mercado que se mantém alerta e em constante e significativa rotação) ou apenas não verbalizamos vontades e desejos com contexto.Sofremos com intensas mudanças, presenciamos fatos, evidenciamos tendências, nos permitimos invadir e a ser invadidos e o que é hoje certamente ficará para ontem.

Desta forma, constatamos mais que nossa inerente participação.

Precisamos nos inclinar para um comportamento relevante, que tenha fundamento, empenho e uma certa dose de desenvolvimento para que as pessoas nos enxerguem. E acima de tudo: temos de parar de desperdiçar tempo e foco por uma comunicação momentânea.

Somos arrebatados, inclinados, estimulados, pressionados e conduzidos pela mídia, enxergamos mais do que devemos, fechamos os olhos no momento em que precisamos de verdade nos aprofundar em um contexto real. A comunicação é uma válvula de escape, não apenas um botão que apertamos quando estamos preparados. A dúvida existe e existirá sempre, ela é o combustível para as mentes criativas.

Onde está afinal gestão de tempo que tanto altera nossa rotina comunicativa e que sempre colocamos em segundo plano?
Para que tudo isso saia do papel e passe a fazer parte de uma realidade palpável é preciso nos doarmos. Afinal, estamos cercados por essa roda acelerada chamada tempo, de forma que ou nos sobressaímos ou estaremos sujeitos a viver o resto da vida em uma interminável fila de espera.

É claro que existe uma parcela muito grande de acerto, onde desfrutamos de um vasto leque de oportunidades latentes que se formam ao nosso redor e que podem de fato somar uma certa diferença. Mas será mesmo que tudo isso é suficiente para nos caracterizarmos como bons comunicadores?Comunicação de qualidade requer empenho, estímulo e perspicácia, qualidades estas que não podemos encontrar em qualquer divisor de águas.

O importante é reconhecer que a boa comunicação está aliada à dedicação, seriedade e esforço, qualidades que não são apenas sinônimos de sorte; elas crescem de foma paralela e inerente à nossa vontade.

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