Ferramentas de Business Intelligence - Parte 2

Nas empresas podemos encontrar, basicamente, basicamente alguns tipos de aplicações, no entanto, dois merecem destaque: as que sustentam o negócio, e rodam nos sistemas OLTP (Online Transacional Processing) também conhecidos como Sistemas Transacionais, e as que analisam o negócio sob vários aspectos, dando apoio à decisão e servindo de base para novas ações que a empresa possa ter.

Por | @oficinadanet Negócios
Nas empresas podemos encontrar, basicamente, basicamente alguns tipos de aplicações, no entanto, dois merecem destaque: as que sustentam o negócio, e rodam nos sistemas OLTP (Online Transacional Processing) também conhecidos como Sistemas  Transacionais, e as que analisam o negócio sob vários aspectos, dando apoio à decisão e servindo de base para novas ações que a empresa possa ter.

Em linhas gerais, as aplicações OLTP servem para registro das transações de conta corrente, controle de estoque, controle da produção, contabilidade, recursos humanos, compras, etc e, portanto, são os principais “alimentadores” das soluções analíticas, as quais possibilitam mudanças e correções de rumo na estratégia corporativa. A diferença é que as aplicações OLTP permitem atualizações constantes de dados (ou seja, as informações são modificadas diariamente ou periodicamente), enquanto que as aplicações analíticas possibilitam, “apenas” acessos de leitura.

Como já vimos em outras oportunidades, é extremamente importante que exista um repositório próprio para os dados consolidados e já transformados em “informação real”. Esse repositório pode ser um Data Warehouse ou um Data Mart.

Os consultores recomendam que seja criada uma infra-estrutura específica para o BI e separada do ambiente transacional e isso têm um fundamento porque, para efeito de análise, costuma-se trabalhar com grandes volumes de dados, o que requer uma capacidade computacional muito maior. Se fosse utilizado um só banco de dados e uma só infra-estrutura tecnológica para suportar os dois tipos de operação (transacional e analítica) poderiam ocorrer problemas como travamentos e a perda de desempenho nos sistemas além de todos os “problemas emocionais”, mais comumente chamado de “stress de trabalho”..... rsrs

Algumas organizações também utilizam o ODS (Operational Data Store) que nada mais é do que uma base de dados com utilização previsível, parcialmente estruturada e analítica. É uma base de dados com histórico menor (curto período de horas, dias, semanas, etc.), cujas informações estão organizadas por área de negócio, servindo como base somente para os analistas de informação. Hoje, o ODS vem sendo utilizado como uma base de dados intermediária entre as bases de dados dos Sistemas OLTP e o Data Warehouse.

O aprimoramento da tecnologia de BI possibilitou o desenvolvimento de uma série de softwares específicos. As chamadas ferramentas de front end voltadas para os usuários finais de diferentes áreas da empresa, ficaram mais amigáveis e fáceis de usar. Algumas, inclusive trazem templates (programas prontos e padronizados para uso) que incorporam as melhores práticas de determinados segmentos (financeiro, marketing, vendas, produção, etc) e de determinadas verticais de mercado (manufatura, varejo, finanças, utilities, etc) e podem ser utilizadas pelos profissionais dos setores operacionais e não apenas pelos diretores e gerentes. Essas soluções possibilitam, por exemplo, que esses profissionais tenham diferentes visões de uma informação, sem precisar do auxílio do “pessoal da Informática” para isso, o que agiliza a geração de relatórios e as análises.

Aguardo vocês no nosso próximo encontro.

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