Lady Kate na Direção

Imagine a personagem Lady Kate dirigindo sua empresa... Leia o texto abaixo e descubra se isso é só um devaneio surreal ou está mais perto da realidade do que você pensava!

Por | @oficinadanet Negócios
Lady Kate na Direção
A gestão da Qualidade é uma área fascinante. Quem entra nela com paixão e muita vontade de aprender tem um crescimento pessoal fantástico, pois ela te permite vivenciar diversos aspectos que influenciam a saúde de uma empresa, as relações entre as pessoas e entre os processos que, como um mecanismo que deve ter a precisão de um bom relógio, interagem para alcançar suas metas.

Bem, nem sempre (quase nunca?) esse “relógio” tem todas as peças funcionando em harmonia, e a função do Gestor da Qualidade / RD é descobrir onde está o dente quebrado das engrenagens…

Uma dessas situações, talvez a mais comum e mais difícil de lidar, é quando a Direção da Empresa não possui o menor comprometimento com a Qualidade. Todos sabem que o sucesso da Qualidade está intimamente ligado à sua implementação “top to down”, de cima para baixo; e quanto mais alto no organograma está o tal dente quebrado, menores são as chances de vingarem os programas da qualidade. Ossos do ofício…

E o que a Lady Kate tem a ver com isso? – Bem, outro dia eu estava assistindo ao humorístico que tem esse quadro, aliás, na minha opinião um dos melhores do programa, e comecei a ligar seus personagens aos papéis da Qualidade. Nele, um sujeito que atua como um “personal coach” tenta de todas as formas inserir a nova-rica Lady Kate no convívio das socialytes, dos ricos e famosos, o high society. Mas ela, que apesar de milionária não se dedica a seguir as dicas do coitado, sempre põe tudo a perder. No final, com bom humor e a perseverança característica do brasileiro, solta seu bordão: “A grana eu tenho, só me falta-me o gramour… – Tô pagaaano…”.

Pois é, em muitas empresas a Direção é a Lady Kate, que quer porque quer entrar no high society da Qualidade e contrata um especialista (o Gestor da Qualidade) para conseguir isso. Só que nessas empresas o bordão ficaria assim: “O Certificado ISO eu tenho, só me falta-me o comprometimento…”.

Tá certo que a piada perde a graça se é você que tem que “rebolar” para manter um SGQ funcionando e a Direção não colabora, não se envolve seriamente na questão. Apenas exige que o certificado seja mantido, afinal “Tão pagaaano…”.

Mas, “liga não, titia” – (titia não…) - bola prá frente que um dia você consegue fazer esse pessoal valorizar a Qualidade ou então parte para outro cliente com toda a bagagem que adquiriu nesses desafios que enfrentou.

Mais sobre: comprometimento direção Gestão
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