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Apple terá que disponibilizar dados de iPhone usado por terrorista

A Apple entrou em contato e ofereceu ajuda para o governo para fornecimento dos dados armazenados no aparelho.

Por | @oficinadanet Apple Pular para comentários

Os Estados Unidos, no início de novembro, registraram uma nova tragédia. Neste caso, Devin Patrick Kelley, por motivos religiosos, acabou entrando em uma igreja no Texas e atirou contra as pessoas que estavam participando da cerimônia, matando 26 integrantes, incluindo crianças e uma grávida.

O homem, após o crime, se matou com uma arma de fogo. Durante as investigações os agentes da polícia encontraram um iPhone SE na casa do terrorista. A Apple, por sua vez, entrou em contato e ofereceu ajuda para o governo para fornecimento dos dados armazenados no aparelho.

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Ao FBI, a Apple disse para usar as impressões digitais do morto o quanto antes, já que em 48 horas o acesso ao aparelho seria bloqueado. Na época, ela não obteve resposta, porém, agora recebeu uma procuração que a obriga fornecer qualquer tipo de arquivo encontrado no iPhone SE do terrorista.

As informações incluem dados armazenados localmente, bem como os que estão disponíveis no iCloud. Agora, se a Apple irá cumprir com o pedido não sabemos. Certamente, nas próximas semanas teremos novas informações sobre o fato.

Vale mencionar que um episódio ficou bastante marcado envolvendo um iPhone. Em 2016, a Maçã se recursou a atender um pedido judicial de acesso ao iPhone usado pelo atirador Syed Farook, que cometeu um ataque em San Bernardino.

Por fim, o FBI conseguiu hackear o aparelho com a ajuda de uma empresa terceirizada.

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