O corporativismo feminino é diferente

As mulheres estão muito mais em sintonia com o trabalho em equipe e são mais fortes com a rede do que os homens, patrocinando e apoiando-se mutuamente. Você concorda?

Por | @dani_publica Empreendedorismo

Durante séculos as mulheres têm sido chamadas de o sexo frágil. Eu não saberia encontrar uma explicação satisfatória da origem do termo, mas suponho que foi inventado por um homem, provavelmente ao perceber que as mulheres são mais atraentes. Mas sabemos que quando se trata de investimentos e assuntos financeiros em geral, as mulheres são definitivamente o sexo mais justo. Vamos ver por que isso é verdade. As mulheres se tornaram mais inclinadas a se preocupar com aspectos de questões financeiras e tomar decisões de investimento mais deliberadas. E com isso se tornaram mais propensas que os homens a cortar gastos e poupar mais em resposta às preocupações econômicas.

O corporativismo feminino é diferente

Os homens assumem o risco de investimento – onde se denominam “mais agressivos” e “investidores”. Hoje em dia é visível a participação das mulheres na área financeira. Eis que surgem algumas questões interessantes. É maior a confiança dos homens em seu círculo corporativo? É maior a vontade dos homens de assumirem riscos no ambiente competitivo? Felizmente existem evidências para nos ajudar a responder tais perguntas. Sabe-se que a maior confiança dos homens está na sua capacidade administrativa, o que provavelmente contribui para a sua vontade de assumir maiores riscos. Mas não é bem assim, pois mulheres investidoras têm alcançado resultados superiores. Uma grande mudança está ocorrendo no mercado de trabalho e as mulheres estão no centro dela.

Palavras como cooperação e inclinação têm mais força hoje. As habilidades femininas são mais prevalecentes agora do que no passado, especialmente porque as mulheres ocupam maiores posições de gestão. Hoje mais do que nunca o instinto para trazer e analisar todos os pontos de vista agrega valor e se tornou um diferencial criativo. Isto permite uma maior colaboração em diferentes situações. No ambiente corporativo complexo de hoje esta maneira de fazer negócios é essencial. As mulheres são mais inclinadas a investigar os dois lados para ver se as partes podem realmente ter um resultado desejável.

Existe uma maior predisposição para perguntar: “- O que você quer com isso?”E valores que as diferem dos homens. A mulher exerce muito mais empatia com as necessidades da força de trabalho. Se um colaborador da empresa está em conflito com seu desempenho no trabalho ou na vida pessoal, uma mulher em uma posição sênior provavelmente perceberá as suas necessidades e tomará uma providência de forma plácida e eficaz.

As mulheres estão muito mais em sintonia com o trabalho em equipe diversificado, onde os homens não são tão favoráveis ou inclinados para a empatia social. Outro aspecto relevante diz respeito à força de trabalho: as mulheres são mais fortes com a rede, patrocinando e apoiando-se mutuamente. É visível que nós possuímos uma habilidade superior em ajudar umas as outras com mais frequência do que os homens.

No entanto, um dos maiores erros que as mulheres cometem no ambiente de trabalho é crer em sua falta de confiança – muitas vezes subestimamos nosso próprio potencial e portanto não alcançamos tanto quanto poderíamos alcançar. 

Mas esse é um cenário que vem sofrendo mudanças positivas, graças à participação ativa de cada vez mais mulheres interessadas em somar no mundo corporativo, agregando valores importantes e ímpares para o relacionamento interpessoal dentro de grandes empresas.

Mais sobre: gerência empreendedorismo corporativismo
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