Nasa pede colaboração de astrônomos amadores para monitorar asteroides

Nasa pede ajuda de astrônomos amadores para encontrar asteroides que possam causar danos à Terra.

Por | @oficinadanet Ciência

Na terça-feira (18), a Agência Espacial Americana, Nasa, pediu a colaboração de todos astrônomos amadores para monitorar possíveis asteroides que possam causar algum dano ao nosso planeta. Conforme informações, a Nasa já identificou 95% dos objetos que estão próximos da Terra, que possuem um diâmetro de ao menos um quilômetro.

Agora, a Nasa está contando com a colaboração de todos as pessoas, ou seja, órgãos públicos, parceiros internacionais e acadêmicos para "encontrar todas as ameaças de asteroides para a população humana e saber o que fazer com eles".

De acordo com Jason Kessler, executivo do programa que a Nasa nomeou de Grande Desafio do Asteroide, entre 50 e 100 astrônomos amadores já participaram da análise de curva de luz das rochas espaciais, capturando várias imagens de corpos astronômicos.

"Certamente vamos precisar de muito mais ajuda com isso, à medida que nossa taxa de detecção crescer", disse Kessler.

Vale lembrar que em fevereiro um meteoro de aproximadamente 17 metros de diâmetros caiu sobre a Rússia, causando vários estragos materiais e também ferindo 1.200 pessoas. Deste modo, qualquer meteoro, mesmo de tamanho pequeno, posse ocasionar grandes estragos no planeta.

Nasa pede colaboração de astrônomos amadores para monitorar asteroides
Asteroides na terra

Os astrônomos acreditam que menos de 10% dos chamados NEOs ("objetos próximos da Terra", na sigla em inglês) com diâmetro inferior a 300 metros tenham sido detectados. O número cai bastante para os asteroides inferiores a 100 metros de diâmetro, ou seja, apenas 1% já foram localizados, informou a Nasa.

Kessler salienta que o objetivo agora é encontrar todos os NEOs com menos de 30 metros de diâmetro.A agência Espacial também divulgou que pretende capturar um asteroide de tamanho pequeno e em seguida redirecioná-lo para uma órbita estável e assim, em 2021, astrônomos poderão estudá-lo

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