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Novo Spectre? Google e Microsoft revelam falha grave

A Intel diz ainda que a atualização pode reduzir o desempenho de computadores em cerca de “dois a oito por cento com base nas pontuações gerais de benchmarks”.

Por | @oficinadanet Google Pular para comentários

Nesta semana, o Google e a Microsoft descobriram uma nova variante da falha Specter e Meltdown. As duas falhas são consideradas graves e podem ser encontradas em praticamente todos os processadores modernos.

Conforme a Intel, a nova falha está sendo chamada de Speculative Store Bypass (variante 4) e a sua correção pode envolver uma nova atualização de firmware para CPUs que pode afetar diretamente o desempenho de computadores.

Para completar, as empresas classificam a vulnerabilidade como de “risco médio”, sendo que a Intel já disponibilizou uma atualização de microcódigo para várias fabricantes em estágio Beta. Assim, a empresa acredita que nas próximas semanas os usuários irão começar a receber correção para a falha.

A Intel diz ainda que a atualização pode reduzir o desempenho de computadores em cerca de “dois a oito por cento com base nas pontuações gerais de benchmarks”. Como tal variante apresenta menos riscos em relação ao que foi descoberto no início do ano, a Intel decidiu que, por padrão, a atualização irá chegar desabilitada para os computadores dos usuários. Leia em destaque: Palavras mais buscadas no Google em 2018 no Brasil e no Mundo.

Com isso, cada usuário terá a liberdade de decisão se pretende manter o seu computador em risco ou continuar aproveitando o desempenho de sua máquina.

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A Microsoft disse ainda que a falha não está sendo explorada. Confira a declaração de porta-voz da empresa sobre o fato:

“Não temos conhecimento de nenhuma instância dessa classe de vulnerabilidade que afete o Windows ou a infraestrutura de serviços em nuvem. Estamos comprometidos em fornecer mitigações adicionais aos nossos clientes assim que elas estiverem disponíveis e nossa política padrão para problemas de baixo risco é fornecer correções através do nosso cronograma de atualizações”.

Mesmo sem obrigatoriedade, a melhor alternativa é que os usuários atualizem o sistema e fiquem longe da ameaça.

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