FBI usa digitais de mortos para desbloquear iPhones

A Apple, por sua vez, continua resistente a criar um método de desbloqueio de seus aparelhos pelas autoridades.

Por | @oficinadanet Apple

O FBI tem encontrado muitas dificuldades quando o assunto é desbloquear iPhones para coletar informações de suspeitos. Tempos atrás, as autoridades recorrem a uma empresa para acessar o iPhone de um terrorista.

Por conta disso, o diretor da polícia estadunidense acabou chamando a gigante de Cupertino de “gênio do mal” e de “idiota”. As últimas notícias sobre o tema foram reveladas em uma entrevista concedida a um site dos Estados Unidos, em que o especialista forense do FBI, Bob Moledor, revelou como a polícia está contornando o Touch ID nos aparelhos da Apple.

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Conforme Moledor, no caso do terrorista que atacou a universidade do estado de Ohio, o FBI acabou usando o dedo do morto para desbloquear  o iPhone e conseguir coletar novas informações sobre o episódio. A atitude acabou gerando um precedente legal para futuros casos.

O caso envolvendo o terrorista Addul Razal Ali Artan foi o primeiro em que o FBI utilizou tal artifício para acessar o iPhone do criminoso. No entanto, a tentativa não teve êxito, e foi necessário enviar o aparelho para que os especialistas conseguissem desbloquear.

O FBI disse ainda que a alternativa não pode ser aderida ao iPhone X, já que o Face ID necessita que a pessoa esteja com os olhos abertos para funcionar. De qualquer forma, o especialista acredita que em breve será encontrada alguma maneira para o desbloqueio.

Agora, a medida poderá ser usada em outros casos para desbloquear aparelhos de criminosos que tenham morrido. A Apple, por sua vez, continua resistente a criar um método de desbloqueio de seus aparelhos pelas autoridades.

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