Para cientistas chips em cérebro humano poderá melhorar o rendimento intelectual

Segundo informações reveladas nesta quinta-feira, em aproximadamente dez anos, a estimulação cerebral através de eletrodos será uma prática habitual e servirá para melhorar o rendimento intelectual das pessoas.

Por | @oficinadanet Ciência

De acordo com a publicação, a referida estimulação cerebral com os eletrodos será indolor, podendo ser realizada através de implantação de um chip no cérebro, que também permitirá que pessoas com deficiência possam escrever com a mente e também se curar de algumas doenças neurológicas.

Essas ideias foram reveladas ontem, quarta-feira, 29 de Abril, na apresentação do evento sobre estimulação cerebral B-Debate, que ocorreu em Barcelona, na Espanha. Em relação às informações acima citadas, os especialistas informaram que a estimulação cerebral sem dor através de eletrodos poderá melhorar o rendimento mental das pessoas, bem como o café ou outras bebidas energéticas, podendo ainda estimular com padrões personalizados.

Para os estudiosos da questão, os avanços estão muito próximos de ajudar pacientes com paralisia a realizar simples atividades, como por exemplo, escrever mensagens de texto e controlar outros dispositivos com a implantação de um chip no cérebro. A neurocientista, Mavi Sánchez Vives, disse que: "Os chips poderão registrar a atividade cerebral, analisá-la em linha e escrever pensamentos, dando a oportunidade até mesmo de a pessoa poder navegar na internet".

Para cientistas chips em cérebro humano poderá melhorar o rendimento intelectual

Mavi Sánchez ainda declara que a neuroestimulação elétrica de algumas regiões determinadas do cérebro já mostraram alguns benefícios no tratamento de sintomas de depressão, bem como também já foi possível bloquear os ataques de uma epilepsia e controlar os tremores do Parkinson.

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Além de toda essa discussão, foram apresentados alguns prognósticos futuros sobre o avanço das próteses sensoriais e visuais, uma vez que muitos dos especialistas presentes no evento acreditam que ao longo dos próximos dez anos, as mesmas possam avançar e assim gerar estímulos na crosta cerebral, podendo proporcionar informações visuais a pessoas com essa deficiência.

A cientista também acredita que é preciso ir com cuidado nesse campo, uma vez que não se sabem os efeitos a médio e longo prazo: "A vida dos pacientes com paralisias ou doenças que não os permitem se comunicar com o exterior, pode melhorar muito ao longo destes anos, mas obviamente temos que ter muito cuidado com isso tudo".

Para a especialista existem dois tipos de tecnologia aplicáveis; as invasivas, que requerem neurocirurgia e as, não invasivas, que podem ser usada para uso lúdico, uma vez que não afetam o cérebro.

Com informações do site Info.

Mais sobre: Ciência saúde Cérebro
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