Vidro ultrafino e flexível já é possível

Uma companhia norte-americana, a Corning, desenvolveu um tipo de vidro ultrafino e flexível. Ele pode ser totalmente embrulhado ao redor de qualquer objeto devido ao seu grau de flexibilidade. O novo produto recebeu o nome de Willow Glass (em tradução livre, Vidro Salgueiro).

Vidro ultrafino e flexível já é possível

Uma companhia norte-americana, a Corning, desenvolveu um tipo de vidro ultrafino e flexível. Ele pode ser totalmente "embrulhado" ao redor de qualquer objeto devido ao seu grau de flexibilidade. O novo produto recebeu o nome de Willow Glass (em tradução livre, Vidro Salgueiro).

Conforme a Corning, que também foi responsável por criar o Gorilla Glass, usado nas telas de telefones celulares, o novo produto poderá ser usado não somente nas telas de smartphones, mas também em quaisquer outros produtos que não possuam uma tela plana.

O protótipo que foi apresentado em uma feira comercial em Boston, era fino tanto quanto uma folha de papel. Para tanto, a companhia informou que ele pode atingir a espessura de 0,05 milímetros.

 

Gorilla Glass pode estar com os dias contados

O Gorilla Glass, que já foi usado por mais de 575 produtos de 33 companhias, poderá chegar ao fim após a descoberta da Corning. Acredita-se que no futuro o Willow Glass poderá substituir o então vidro usado em diversas telas.

O processo para criar o Gorilla Glass é chamado de Fusion. O vidro, muito e fino e totalmente flexível é obtido ao se dissolver os ingredientes tradicionais a uma temperatura de 500 graus e após, produzir uma folha que pode ser desenrolada através de uma máquina muito parecida com a que é usada para a impressão.

 

Steves Jobs foi o grande fundador

O lendário Steve Jobs foi o primeiro a descobrir o vidro especial, ele contratou a Corning para desenvolver a tela de seu primeiro iPhone em 2006.

Após este início, os cientistas de todo o mundo vem trabalhando com o material chamado grafeno, que foi desenvolvido pela primeira vez no ano de 2004. O produto é uma folha plana de átomos de carbono que são densamente compactados e com espessura de apenas um átomo.

Andrea Ferrari, pesquisador da Universidade de Cambridge, em uma entrevista à BBC, disse que os protótipos das telas sensíveis ao toque feitas a partir do grafeno estão sendo desenvolvidas e que são resistentes e flexíveis, além do mais, no futuro elas poderão oferecer o chamado "feedback de sensações".

Ferrari complementou dizendo ainda que "o seu telefone seja capaz de sentir se você o está tocando, ele sentirá o ambiente à sua volta e você não terá que tocar no botão para ligá-lo ou desligá-lo." "Ele próprio será capaz de reconhecer se você o está usando ou não", disse o pesquisador.

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