Um novo rumor indica que o mercado de smartphones econômicos pode passar por uma mudança curiosa em 2026. Em vez de continuar ampliando as especificações, algumas fabricantes estariam avaliando o retorno de características que pareciam ter ficado no passado. Entre elas está o entalhe em formato de gota d'água, um design que perdeu espaço nos últimos anos. Mas essa não seria a única novidade apontada pelo rumor.

De acordo com informações reveladas por uma fonte confiável, alguns modelos de entrada poderiam ser lançados com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, configuração abaixo da oferecida por muitos concorrentes atuais da mesma categoria. Apesar disso, a informação não chega a surpreender, já que alguns celulares lançados em 2026 ainda contam com apenas 4 GB de RAM.

O retorno do entalhe em gota

Nos últimos anos, boa parte das fabricantes incluiu displays com furo para a câmera frontal ou soluções mais discretas. A possível volta do design Waterdrop indicaria uma tentativa de reduzir os custos de produção em meio ao aumento do preço dos componentes.

O Motorola Moto G67, apesar de ter uma boa tela, ainda conta com 4GB de memória RAM.
O Motorola Moto G67, apesar de ter uma boa tela, ainda conta com 4GB de memória RAM.

Essa não é a primeira indicação de que empresas do setor estudam rever especificações para controlar despesas. Relatórios publicados anteriormente já sinalizavam que até smartphones premium poderiam receber versões com menos memória.

O principal fator por trás desse cenário seria a alta nos preços dos chips DRAM e NAND. Empresas especializadas em pesquisa do setor registraram aumentos expressivos nesses componentes entre o fim de 2025 e o início de 2026, o que acabou elevando os custos de fabricação. Dessa forma, simplificar algumas configurações pode ser uma alternativa para manter os aparelhos com preços mais atraentes.

Até o momento, nenhuma fabricante confirmou oficialmente a adoção dessas mudanças em futuros celulares econômicos. Ainda assim, os rumores reforçam a possibilidade de que parte do segmento de entrada passe por um reposicionamento nos próximos meses.

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