Os preparativos finais para o lançamento da série Galaxy S26 estão à todo o vapor. Enquanto esse momento esperado não chega, informações que chegam dos bastidores indicam que nem tudo será motivo de celebração. O aguardado Galaxy S26 Ultra, que carrega a responsabilidade de ser o topo de linha da marca, teve detalhes sobre seu sistema de carregamento revelados antes da hora. E a notícia em torno disso não é boa.
Galaxy S26 Utra surge com carregamento de 60W
De acordo com informações obtidas pelo conhecido informante Ice Universe, o novo carregamento de 60W do dispositivo foi colocado à prova em condições de laboratório. O resultado indica que a bateria consegue atingir 75% de carga em 30 minutos. E isso é um avanço bem constrangedor frente ao S25 Ultra, que não perde em quase nada.
Para quem não sabe, o modelo do ano passado, com seus 45W, já alcançava 72% de carga no mesmo intervalo de tempo. Na prática, o acréscimo de 15W na potência nominal do carregador parece resultar em um ganho quase imperceptível para o usuário final. É uma evolução que não fará muita diferença no dia a dia do consumidor.
Somado a isso, há uma indefinição sobre a real capacidade da bateria. Enquanto alguns relatórios dizem que o S26 Ultra terá uma bateria de 5.200 mAh, outras fontes asseguram que a Samsung manterá os mesmos 5.000 mAh vistos nas últimas gerações. Contudo, se a capacidade for a mesma dos anteriores, o tempo de recarga citado acima será ainda mais decepcionante.
Galaxy S26 chega em fevereiro
De acordo com fontes próximas, a linha Galaxy S26 será lançada em fevereiro deste ano. A boa notícia é que a marca decidiu, de última hora, manter os mesmos preços dos modelos do ano passado. Assim, o modelo de entrada da linha Galaxy S26 deve chegar por aproximadamente R$ 4.415. Já a versão intermediária, o Galaxy S26 Plus, ficaria na casa dos R$ 5.519, enquanto o topo de linha, o Galaxy S26 Ultra, alcançaria os R$ 7.175.
É importante notar que esses valores são conversões diretas e não consideram os impostos locais. Diferente do que muitos analistas previam, a empresa decidiu não repassar o aumento dos custos de componentes, como os novos processadores e memórias, para o consumidor final. E o consumidor é quem sai ganhando no final das contas.





