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Em breve, usuários do Facebook poderão apagar histórico de interações com sites e apps

O recurso havia sido prometido por Mark Zuckerberg na conferência F8 do ano passado, porém, até então, nada de novo surgiu.

Por | @oficinadanet Facebook Pular para comentários

Já sabemos que alguns sites e aplicativos associados ao Facebook estavam coletando dados dos usuários sem autorização. A novidade é que os usuários terão a oportunidade de apagar todo o histórico que envolve tais atos.

Conforme a CNBC, o diretor financeiro do Facebook, David Wehner, confirmou que a rede social está desenvolvendo um meio para lançar um modo em que os usuários possam limpar o histórico de interações com os sites e aplicativos. A novidade deverá chegar ainda em 2019.

Vale mencionar que o recurso havia sido prometido por Mark Zuckerberg na conferência F8 do ano passado, porém, até então, nada de novo surgiu.

Em breve, usuários do Facebook poderão apagar histórico de interações com sites e apps.Em breve, usuários do Facebook poderão apagar histórico de interações com sites e apps. Leia em destaque: Como baixar vídeos do Facebook sem programas [ATUALIZADO 2018].

O dono do Facebook, na época, disse que os usuários poderão ter acesso através da nova ferramenta os aplicativos e sites em que interagiu, sendo possível limpar todas as informações relacionadas ao registro. A intenção também é poder desativar o armazenamento de tais informações nos futuros acessos.

Zuckerberg diz ainda que quem optar por desativar o armazenamento poderá ter a experiência dentro da plataforma prejudicada.  "Quando você limpa seus cookies no navegador, isso pode piorar suas experiências. Você pode ter que entrar novamente em todos os sites, e você pode ter que reconfigurar suas coisas. O mesmo será verdade aqui. Seu Facebook não será tão bom enquanto reaprende suas preferências", menciona Zuckerberg.

Mesmo que haja algum prejuízo para os usuários, a medida é bastante aguardada por todos na rede social, já que irá proporcionar uma maior liberdade de decisão dentro da rede social.

Fonte: CNBC Canaltech

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