5 hackers são acusados de cometer o maior crime cibernético dos EUA

Um grupo de cinco homens, quatro russos e um ucraniano são acusados de terem cometido o maior crime cibernético da história dos Estados Unidos; totalizando um rombo as empresas afetadas na casa dos US$ 300 milhões.

Por | @oficinadanet Segurança digital

Sexta-Feira, 26 de julho de 2013; conforme informações da agência de notícias Reuters, cinco homens foram acusados pela justiça norte-americana por fraudes em cartões de crédito e invasão a esses sistemas; de acordo com a reportagem, o rombo aos cofres destas empresas afetadas é de US$ 300 milhões.

Com tudo isso, a promotoria americana está considerando este caso como o maior crime cibernético da história dos Estados Unidos, onde até mesmo a bolsa eletrônica Nasdaq foi vítima do grupo de hackers, que é formado por quatro russos e um ucraniano com idades entre 26 e 32 anos. Além da bolsa eletrônica Nasdaq, outras 15 empresas foram vítimas do mesmo grupo.

Os ataques aconteceram entre agosto de 2005 a julho de 2012 e afetaram empresas como a 7-Eleven, JCPenney, JetBlue, Dow Jones e outras. Além desta empresas citadas, um dos integrantes do grupo foi acusado separadamente por invasão e manipulação aos servidores de operações da bolsa Nasdaq, durante dois anos (2008 a 2010).

Ainda de acordo com autoridades norte-americanas, informaram que cada envolvido no caso tinham suas funções definidas, ou seja, cada um tinha uma especialidade dentro do grupo; três dos quatro russos envolvidos na acusação eram especialistas em invadirem redes de computadores e explorarem os seus dados, já o ucraniano acobertava a ação dos russos com um serviço de hospedagem on-line anônimo e o quinto envolvido, o russo Dmitriy Smilianets, de 29 anos, era o responsável por vender os dados roubados e por distribuir os lucros com os demais integrantes do grupo.

Em informações repassadas a Reuters, o procurador de New Jersey, Paul J. Fishman, disse que: “Este tipo de ação criminal é a vanguarda; aqueles que possuem a experiência e a inclinação para acessarem nossas redes de computadores ameaçam nosso bem-estar econômico, nossa segurança nacional e nossa privacidade”, afirmou. 

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