Em dois anos 50% da pessoas pagarão contas pelo celular

Novo serviço de pagamentos e transferências através de dispositivos móveis é apresentado pelo governos federal, que a partir de agora será envidado para aprovação do Conselho Monetário Nacional.

Por | @oficinadanet Smartphones

De acordo com o Ministério das Comunicações, o governo federal espera que 50% dos usuários de telefonia móvel no Brasil, usem os serviços de pagamentos e transferências de valores diretamente de seus aparelhos em até dois anos após o serviço começar a ser oferecido.

Em uma medida provisória editada pelo governo nesta segunda-feira, 20 de maio, o governo indica sobre as normas básicas de utilização do celular como meio de pagamento. A MP como é denominada, foi elaborada pelos ministérios da Fazenda, Comunicação e pelo Banco Central.

Em dois anos 50% da pessoas pagarão contas pelo celular

Para o diretor de Política Monetária do BC, Aldo Mendes, a nova proposta vem de acordo com a regulamentação do serviço que será enviada para a aprovação do Conselho Monetário Nacional dentro do período de seis meses. Passando esse período e sua aprovação, o novo serviço já estará apto a ser oferecido pelas operadoras de telefonia móvel.

Durante as explicações de como deverá funcionar o novo serviço de pagamento e transferência de valores diretamente de aparelhos de telefonia móvel, Aldo Mendes, disse que, “Estamos criando algo novo, a conta eletrônica, que hoje foram lançadas as bases para o desenvolvimento da conta”.

Mas como esse novo serviço irá funcionar? Bom, de acordo com as informações, o novo serviço da “conta eletrônica” funcionará a partir de um cadastro, onde depois de o mesmo ter sido efetuado, o usuário de telefonia móvel poderá armazenar valores, fazer pagamentos e transferências usando os dispositivos móveis, mas vale salientar que essas operações serão limitadas a um valor a ser definido na hora do cadastro.

Em primeiro instante, o governo irá definir as atribuições das operadoras de telefonia móvel e das instituições bancárias, onde após surgirá à figura da empresa especializada no gerenciamento dessas operações, que passarão em um segundo plano a controlar e fiscalizar o Banco Central.

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