Google e DeepMind utilizam inteligência artificial na produção de energia em parques eólicos

O Google diz que agora possui a capacidade de agendar entregas de energia, mais valiosas para a rede do que as entregas convencionais.

Google e DeepMind utilizam inteligência artificial na produção de energia em parques eólicos

Nesta semana, o Google anunciou que começou a produzir energia através de parques eólicos de modo mais viável com a utilização do software de inteligência artificial através de sua subsidiária em Londres, a DeepMind.

Através de algoritmos de aprendizado de máquina da DeepMind para poder prever a produção de energia nas fazendas que o Google utiliza para as suas iniciativas de energia verde, e empresa diz que agora possui a capacidade de agendar entregas de energia, mais valiosas para a rede do que as entregas convencionais.

O Google diz que o software melhorou o "valor" da energia eólica que as fazendas fornece em 20% da linha base. O valor não foi descrito, como também os termos de produção de eólica. A companha não mencionou também onde tudo está sendo implantado.

Google e DeepMind utilizam inteligência artificial na produção de energia em parques eólicos.
Google e DeepMind utilizam inteligência artificial na produção de energia em parques eólicos.

Vale mencionar que, no ano passado, o Google disse que conseguiu alcançar o marco de compensar o uso de energia com fontes 100% renováveis. Isso tudo está associado aos contratos de compra de energia e investimentos em parques solares e eólicos que colaboram a alimentar os data centers, como ainda os certificados de energia renovável que compensam o uso da energia elétrica.

O uso da energia eólica não é tão simples assim, já que não se sabe exatamente quanto será produzido, já que a situação muda todos os dias. De acordo com o Google, "a natureza variável do próprio vento faz dele uma fonte de energia imprevisível - menos útil do que aquela que pode fornecer energia de forma confiável em um determinado período."

"Não podemos eliminar a variabilidade do vento, mas nossos primeiros resultados sugerem que podemos usar o aprendizado de máquina para tornar a energia eólica mais previsível e valiosa", escrevem Sims Witherspoon, gerente de produto da DeepMind, e Will Fadrhonc, do Google Carbon Líder do programa Free Energy, através de um post.  "Essa abordagem também ajuda a trazer maior rigor dos dados às operações de parques eólicos, já que o aprendizado de máquina pode ajudar os operadores de parques eólicos a fazer avaliações mais inteligentes, mais rápidas e baseadas em dados sobre como sua produção de energia pode atender à demanda de eletricidade".

Fonte: The Verge

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