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Estudo da NASA sobre nova forma de vida é contestado

No ano e 2010, um assunto causou uma certa estranheza como também um pouco de apreensão por parte dos populares, a NASA, agência espacial americana, divulgou um estudo sobre às buscas que eram realizadas fora da vida terrestre.

Rafaela Pozzebon (@RafaelaPozzebon)

No ano e 2010, um assunto causou uma certa estranheza como também um pouco de apreensão por parte dos populares, a NASA, agência espacial americana, divulgou um estudo sobre às buscas que eram realizadas fora da vida terrestre.

De acordo com os estudos, que foi divulgado por Felisa Wolfe-Simon e publicado após na revista Science, na qual informava que uma nova forma de vida havia sido descoberta, uma bactéria que usaria arsênio no lugar do fósforo em sua composição.

Para tanto, dois estudos indicam que a descoberta não estava certa e tudo continua da mesma forma que era antes. Assim, todas as formas de vida que existem usam seis elementos básicos: oxigênio, carbono, hidrogênio, nitrogênio, fósforo e enxofre.

A bactéria descoberta na época, chamada GFAJ-1, foi encontrada no lago Mono, na Califórnia, que é rico em arsênio, uma substância altamente mortal para grande parte dos seres humanos. A partir disso, os pesquisadores da nasa teriam informado que ela usaria arsênio para substituir o fósforo.

Agora, de acordo com outros dois estudos independentes que foram divulgados na Science, contrariam a descoberta de Felisa. As recentes pesquisas dão conta que a GFJ-1 não é capaz de substituir um elemento pelo outro para poder sobreviver.

De acordo com a Science, os novos estudos impulsionam o interesse por outros, principalmente aqueles que pesquisam mecanismos de tolerância ao arsênio.

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