Golpe de processo seletivo atinge mais de 1 milhão de pessoas

Para o golpe, a marca de uma grande rede de supermercados atacadista estava sendo usada para enganar as pessoas desempregadas.

Por | @oficinadanet WhatsApp

Não é de hoje que falamos sobre os golpes que circulam na internet e costumam atingir milhares de pessoas no mundo todo. Desta vez, uma ação hacker afetou mais de 1 milhão de brasileiros através da divulgação de falsas vagas de emprego. O alerta é do DFNDR Lab, Laboratório de segurança digital especializado no combate ao cibercrime.

Para o golpe, a marca de uma grande rede de supermercados atacadista estava sendo usada para enganar as pessoas desempregadas e que estão em busca de uma oportunidade de trabalho.

Golpe de processo seletivo atinge mais de 1 milhão de pessoas.Golpe de processo seletivo atinge mais de 1 milhão de pessoas.

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Conforme o laboratório, mais de 1 milhão de vítimas foram atingidas, porém, estavam protegidas pelo aplicativo DFNDR Security, desenvolvido pela PSafe, somente nos últimos quatro dias.

O golpe estava sendo disseminado através do WhatsApp, e a armadilha oferece aos usuários processos seletivos para empregos com salários de até R$ 2.800, mais benefícios, ou seja, bastante tentador. Para concorrer as vagas, o candidato teria que responder três questões:  “Você é maior de idade?”, “Já trabalhou registrado?” e “Tem disponibilidade para fazer horas extras?”.

“Identificamos cada vez mais iniciativas de hackers que se aproveitam da alta taxa de desemprego no país para chamar a atenção dos usuários de internet para falsas promessas de vagas. Na intenção de se recolocar no mercado de trabalho, muitas pessoas não checam a fonte da informação disseminada e se cadastram em anúncios falsos, o que pode causar prejuízos financeiros e expor seus dados pessoais a pessoas mal-intencionadas”, explica Emílio Simoni, diretor do DFNDR Lab.

A pessoa era direcionada, então, para uma página com uma mensagem perguntando se ela deseja marcar uma entrevista de emprego. Ao responder “Sim, claro”, o hacker recebia a autorização e enviar notificações push de outros golpes. Por fim, ainda era solicitado o compartilhamento da oportunidade de trabalho.

“Percebemos, ainda, que muitos brasileiros acabam compartilhando seus números de celular nas páginas falsas na expectativa de aumentarem suas chances na conquista das vagas anunciadas, o que aumenta ainda mais o risco de roubo de dados e aplicação de golpes futuros pelos cibercriminosos”, disse Simoni.

Bom, para não se tornar a próxima vítima de um golpe é preciso ficar atento, ou seja, desconfiar de todas as mensagens com ofertas milagrosas. Uma pesquisa rápida no Google poderá solucionar as dúvidas.

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