Desde que as redes sociais entraram para a vida das pessoas, o assunto não parou de circular em todos os meios informativos como também entre as próprias pessoas. Sabemos que inicialmente as redes sociais surgiram com um objetivo: unir amigos. Para tanto, agora com a grande popularização das diferentes redes, elas estão tendo também outras funcionalidades como transportar informações, divulgar conteúdos, enfim, uma variedade de utilidades.

A situação das redes sociais está boa, como sabemos, o Facebook e o Google+ possuem números impressionantes de crescimento, então, como podemos pensar que os internautas estão cansando das redes? Pois é, de acordo com uma pesquisa da consultoria Gartner, mesmo com todo crescimento de algumas redes de relacionamento, uma relevante parcela dos usuários dizem estar cansando de acessá-las.

O levantamento foi feito em 11 países com 6,2mil pessoas entre 13 e 74 anos. O resultado mostra que um quarto dos entrevistados está acessando menos as redes sociais comparando com a época que eles se inscreveram. Dentre os países mais desmotivados está o Brasil, 30% dos entrevistados diz estar usando menos as redes. Na Rússia, a porcentagem foi de 40%. Em países mais desenvolvidos como o Japão, EUA, Reino Unido, esse número não se enquadra. 80% deles afirmam estar usando tanto quanto ou mesmo mais as redes sociais do que antigamente.

A pesquisa descobriu também que 31% dos entrevistados mais jovens e ligados em tecnologias móveis estão ficando cansados de suas redes. "Essa situação deve ser monitorada pelos serviços, uma vez que eles vão precisar inovar e diversificar para manter a atenção dos consumidores", afirmou o diretor de pesquisas da Gartner, Brian Blau.

O levantamento da empresa foi realizado em 11 países, incluindo os desenvolvidos e emergentes, entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011. Os usuários foram questionados sobre como usam e quais suas opiniões sobre sites de redes sociais.

Uma das razões apontadas pelos internautas dos que se disseram menos animados com as redes, é notório o problemas de privacidade, atingindo 33% dos entrevistados.