Chefe de segurança do Facebook diz que “Fake News” é um problema crítico

Chefe de segurança do Facebook diz que o problema é muito maior do que imaginamos, que o Facebook necessita melhorar a Machine Learning, aprendizagem de máquina, para que ela controle melhor o que os usuários irão visualizar.

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Chefe de segurança do Facebook diz que “Fake News” é um problema crítico

Com a tragédia que aconteceu em Las Vegas em que um tirador deixou mais de 50 pessoas mortas e centenas de feridos, as Fake News, ou seja, as notícias falsas começaram a circular no Google e no Facebook.

Logo após, o Facebook adotou uma ferramenta para evitar que as notícias falsas na rede social se espalhassem demais. Sendo assim, a partir de agora, as publicações envolvendo notícias serão acompanhadas de um botão que ao ser clicado abrirá uma pequena janela com detalhes sobre o seu publicante e o conteúdo em si.

Chefe de segurança do Facebook
Chefe de segurança do Facebook

Alex Stamos, chefe de segurança da rede social, diz que o problema é muito maior do que imaginamos, que o Facebook necessita melhorar a Machine Learning, aprendizagem de máquina, para que ela controle melhor o que os usuários irão visualizar.

Stamos ressaltou ainda que o aprendizado da máquina é extremamente importante para combater as notícias falsas, filtrando conteúdos violentos no feed de notícias. Desde o ano passado, o Facebook enfrenta uma acusação de ser omisso no combate as notícias falsas, assim como as que contribuíram para a eleição de Donald Trump, por exemplo, a presidência dos Estados Unidos. Com a acusação, a companhia passou a contratar 1.000 revisores para o próximo ano.

O chefe de segurança da rede social comentou que só no ano passado a sua equipe havia localizado cerca de 500 contas falsas para divulgação de anúncios que envolviam questões sociais politizadas, como imigração, direitos LGBT e armas.

Stamos disse "Estou vendo uma grande cobertura de nossos problemas recentes, impulsionados por estereótipos de nossos funcionários e ataques contra empresas de tecnologia. Ninguém das grandes empresas pensa que os algoritmos são neutros. Vamos melhorar isso".

No próximo mês, novembro, diversos colaboradores do Google, Twitter e Facebook estarão testemunhando no congresso norte americano sobre a interferência russa nas eleições dos Estados Unidos.

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