Oficina da Net » Artigos » Negócios » E-commerce Seu site vende! Autor: Felipe Morais | G Plus Data: 03/08/2012 08:19 Não vou investir na Internet por que eu não tenho um e-commerce, logo, eu não vendo pela web. Você já ouviu isso? Se ouviu, avise ao gestor da marca, que sim, o site dele vende. E muito. Independente se você é um e-commerce ou não, as pessoas “Não vou investir na Internet por que eu não tenho um e-commerce, logo, eu não vendo pela web”. Você já ouviu isso? Se ouviu, avise ao gestor da marca, que sim, o site dele vende. E muito. Independente se você é um e-commerce ou não, as pessoas – e isso é algo que só tende a crescer – estão cada vez mais decidindo compras através do seu site. Pesquisando na web e indo para a loja física. E vice-versa. Nas minhas aulas de planejamento, eu sempre cito o caso da Mercedes-benz. Entre várias ferramentas que tínhamos (atendi a marca pela Agência Tesla por mais de 1 ano), uma das que provavam essa nossa teoria era o Google AdPlanner, que por ser uma ferramenta aberta, ou seja, qualquer pessoa tem acesso, posso falar dos seus resultados aqui: As pessoas que entravam no site da Mercedes, também entravam no site da Audi e BMW, porém, esses sites estão em 1º e 2º lugar na ordem, ou seja, quem entra no site da Mercedes, entra depois na Audi ou BMW. Se você analisar as 2 marcas, verá que a Mercedes substitui a marca analisada. Além disso sites como iCarros, WebMotors e AutoEsporte estavam entre os mais acessados (na época da pesquisa, hoje pelas campanhas, a categoria caminhão está mais relevante) A empresa digital: Comércio e Negócios Eletrônicos Você usa a busca no seu e-commerce? Dicas para proteger a imagem do seu negócio no mundo virtual Dicas para usar as redes sociais nos negócios Veja também: E-commerce: Não Basta Querer! Por que ter uma loja virtual? Se o cliente chegou até o carrinho de compras, não deixe ele te dar Tchau! Crie sua loja virtual Não precisa de nenhuma grande análise para sabe que pessoas que entram nesses sites estão buscando saber mais sobre os carros da marca. É possível, sim, em parceria com esses sites fazer uma análise dos acessos a busca por carros das marcas, mas isso tem que ser um acordo entre as partes, ou seja, cruze esses dados e já traz um perfil de pesquisa e consumo de mídia. Quanto mais informação você, planner, tiver, mais acertivo será a sua definição de perfil de pesquisa e quais as informações são essenciais para o seu site. Outro dado, é que cada vez mais, e ai em um parâmetro geral, o consumidor está chegando na loja dando “aula” ao vendedor sobre determinados produtos que ele quer ou deseja comprar. Uma pesquisa feita nos EUA pela Incyte mostrou que 89% dos entrevistados citou o site da marca como a principal fonte de informação sobre produtos que estão propensos a comprar, ao passo que apenas 22% buscam informações nas Redes Sociais. É preciso esquecer as redes e focar apenas no site? Claro que não, mas é preciso fazer um trabalho de presença digital que culmine no site da marca, afinal, podemos ser impactados por banner na home de portal, concurso cultural em Facebook, tweet patrocinado, e-mail marketing, SMS ou qualquer que seja o impacto, quando a marca chamou a nossa atenção e gerou o interesse em saber mais, é no site que o consumidor vai para despertar o desejo pela marca. Cumprindo o ciclo Atenção, Interesse e Desejo de forma satisfatória, a Ação – e ai completa a teoria A.I.D.A – é quase que natural, sendo assim, o consumidor foi até o ponto de venda atrás da marca que ele viu anunciando. A pesquisa mostrou que mesmo aqueles que se informam nas Redes Sociais sobre produtos ou marcas, vão ao site para saber mais. Planners, vamos analisar esse fluxo e principalmente o que abrange o “saber mais” pois pode ai, em uma estratégia focada de gestão e geração de conteúdo é que pode estar o diferencial estratégico, ou como o grande Julio Ribeiro diz, a “mágica do planejamento” (vídeo que vale muito a pena ver - abaixo), e mais uma vez a prova de que Redes Sociais não são apenas para venda, pois não vende. Ela é para relacionamento! As pessoas podem optar, em marcas ativas, em conversar com a marca para esclarecer dúvidas de produto. Se a marca com a qual você trabalha, ou mesmo você, ainda acha que Internet não vende, melhor rever seus conceitos. E rápido! 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