Imagem não é nada, inovação é tudo
Artigo que fala sobre as vantagens da utilização do mareting de guerrilha. Uma análise prática e cotidiana. Andando pelas ruas, entrando em lojas e em outros estabelecimentos, percebo o quão está desg...
Publicado em: 15 de novembro de 2009 | Leituras: 1.528 |
Canal: WebMarketing |
Autor: Eduardo Pizzetti
Andando pelas ruas, entrando em lojas e em outros estabelecimentos, percebo o quão está desgastado o marketing no nosso país, principalmente em nossa região (Criciúma/SC). As empresas que pensaram correto e investiram no marketing, acabaram caindo na “mesmice” das agências de publicidade. Sempre com um comercial nada barato na TV, ou então aquele tão manjado outdoor, e também é claro, com o sempre igual panfleto entregue nos semáforos ou nas calçadas.
Sem falar quando se é abordado por um indivíduo querendo contar as vantagens do produto X ou os belos serviços da empresa Y. O problema não está literalmente ligado aos meios utilizados, mas sim a forma da qual são usados. É aí que entra em cena o Marketing de Guerrilha.
Para a grande maioria que ainda não conhece o termo, marketing de guerrilha é constituído por formas não convencionais de se fazer marketing, furando o congestionamento do mercado onde milhares estão gritando seus nomes no mesmo tom, e colocar sua empresa/produto muito mais perto do seu público-alvo, ganhando maior atenção e correndo menos risco da publicidade ser ignorada, sendo assim, evitando gastos com ações que não trazem resultados satisfatórios.
Um exemplo de marketing de guerrilha: Uma empresa X queria fortalecer a exposição de sua marca em Porto Alegre e região, como um de seus diferenciais é o canal de filmes de curta metragem, foi utilizado o Festival de Gramado para fazer a ação. Eles patrocinaram o evento? Pagaram para fazerem propaganda da empresa no festival? Que nada! Foi criado um saco de pipoca com mais de 4 metros de altura e utilizado cerca de 1 tonelada de pipoca para enche-lo. O resultado: A empresa entrou para o Guinness Book como o maior saco de pipoca do mundo(tendo o recorde quebrado no ano seguinte), cobertura na Rede Globo, SBT, Record e Bandeirantes, em um total de 13 minutos na TV, além de uma extensa cobertura dos jornais e revistas como Zero Hora, Folha de São Paulo, Revista Quem é Notícia, entre outros. Tudo isso gastando apenas para contratar a agência certa, e o custo para produzir a pipoca e o pacote gigante.
Em época em que o mercado está cada vez mais competitivo, e as empresas buscando sempre se adiantar perante os demais, se preocupar com a imagem já não é mais o suficiente, é preciso inovar, caso contrário, você será apenas mais um perante outros tantos existentes.
Sem falar quando se é abordado por um indivíduo querendo contar as vantagens do produto X ou os belos serviços da empresa Y. O problema não está literalmente ligado aos meios utilizados, mas sim a forma da qual são usados. É aí que entra em cena o Marketing de Guerrilha.
Para a grande maioria que ainda não conhece o termo, marketing de guerrilha é constituído por formas não convencionais de se fazer marketing, furando o congestionamento do mercado onde milhares estão gritando seus nomes no mesmo tom, e colocar sua empresa/produto muito mais perto do seu público-alvo, ganhando maior atenção e correndo menos risco da publicidade ser ignorada, sendo assim, evitando gastos com ações que não trazem resultados satisfatórios.
Um exemplo de marketing de guerrilha: Uma empresa X queria fortalecer a exposição de sua marca em Porto Alegre e região, como um de seus diferenciais é o canal de filmes de curta metragem, foi utilizado o Festival de Gramado para fazer a ação. Eles patrocinaram o evento? Pagaram para fazerem propaganda da empresa no festival? Que nada! Foi criado um saco de pipoca com mais de 4 metros de altura e utilizado cerca de 1 tonelada de pipoca para enche-lo. O resultado: A empresa entrou para o Guinness Book como o maior saco de pipoca do mundo(tendo o recorde quebrado no ano seguinte), cobertura na Rede Globo, SBT, Record e Bandeirantes, em um total de 13 minutos na TV, além de uma extensa cobertura dos jornais e revistas como Zero Hora, Folha de São Paulo, Revista Quem é Notícia, entre outros. Tudo isso gastando apenas para contratar a agência certa, e o custo para produzir a pipoca e o pacote gigante.
Em época em que o mercado está cada vez mais competitivo, e as empresas buscando sempre se adiantar perante os demais, se preocupar com a imagem já não é mais o suficiente, é preciso inovar, caso contrário, você será apenas mais um perante outros tantos existentes.
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Eduardo Pizzetti Publicitário, especializado em Marketing de Guerrilha e Publicidade Alternativa. Twitter: @pizzetti |
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