A comunicação de massa está ultrapassada?
Canal: Comunicação Digital | Autor: Dorly Neto | Publicado em: 17/04/2009 | Views: 1.244Por se tratar de um mundo muito novo, as empresas ainda têm medo de abrirem suas portas para o mundo digital, mas mesmos com os riscos, elas deveriam arriscar?
Foi com esse intuito que o Seminários Infor reuniu Marcelo Branco, diretor da Campus Party, e Paulo Castro, diretor-geral do Terra Brasil, para discutir esse tema. De acordo com eles, as empresas precisam se renovar e abrir suas portas, que elas só tem a lucrar com isso.
Para Branco, essas ferramentas só tem a acrescentar, principalmente por propiciarem uam transformação nas relações dos seres humanos. “Neste novo ambiente, não há concentração, mas a inteligência, o conhecimento e a criatividade estão distribuídos em rede”, revela.
Outra ideia que deve se dissipar é a de que portais de notícias são fontes únicas e insuperáveis de informações. Com a internet, os usuários cada vez mais possuem voz e atuam em cima disso. Para Castro, isso não significa que jornais online não poderão existir. Os portais precisam se adaptar a esta nova realidade e melhorar sua interação com os usuários. “As contribuições dos leitores permitem que nós cheguemos a acontecimentos que a mídia tradicional não consegue alcançar, e isso enriquece a experiência do outro usuário”, revelou.
Com toda essa liberdade, Paulo acredita que as empresas não têm mais poder para influenciar o que os internautas falarão sobre sua marca. Ele diz que no Portal Terra quase não há moderação de comentários, apenas aqueles que são ilegais.
Muitos dizem que a colaboração é suscetível a muitos erros, mas Branco não acredita nisso. Ele diz que a colaboração é essencial, pois os usuários se monitoram e melhoram gradativamente. E isso o faz não acreditar nas comunicações de massa, feitas a partir de um para muitos.
Foi com esse intuito que o Seminários Infor reuniu Marcelo Branco, diretor da Campus Party, e Paulo Castro, diretor-geral do Terra Brasil, para discutir esse tema. De acordo com eles, as empresas precisam se renovar e abrir suas portas, que elas só tem a lucrar com isso.
Para Branco, essas ferramentas só tem a acrescentar, principalmente por propiciarem uam transformação nas relações dos seres humanos. “Neste novo ambiente, não há concentração, mas a inteligência, o conhecimento e a criatividade estão distribuídos em rede”, revela.
Outra ideia que deve se dissipar é a de que portais de notícias são fontes únicas e insuperáveis de informações. Com a internet, os usuários cada vez mais possuem voz e atuam em cima disso. Para Castro, isso não significa que jornais online não poderão existir. Os portais precisam se adaptar a esta nova realidade e melhorar sua interação com os usuários. “As contribuições dos leitores permitem que nós cheguemos a acontecimentos que a mídia tradicional não consegue alcançar, e isso enriquece a experiência do outro usuário”, revelou.
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